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30 de março de 2009

>Com vocês, o último...

Um casal tinha dezesseis filhos, e resolveram que já era tempo de parar. O marido já velho, a mulher também achara por bem que a família que tinha estava de bom tamanho. Ou melhor, estava grande demais. Era uma das maiores da região. Ele achou que devia contar pra todos que ele e a esposa decidiram que não iam ter mais filhos. Afinal de contas, Pedro, o caçula estava com doze anos. E não é que de repente a esposa ficou grávida de novo. A notícia correu de boca em boca, e toda a região ficou sabendo da nova gravidez. O marido, espalhou aos quatro ventos que o décimo sétimo filho seria o último, e dessa vez, para ter certeza e sempre lembrar dos cuidados que deveria ter para evitar uma nova gravidez o nome do novo rebento seria; Ultimo. E assim foi feito. O garoto nasceu forte e sadio, foi batizado como Último da Silva Prado.

O tempo passou, e mais uma vez, a esposa ficou grávida de novo e deu a luz a mais um garoto, forte e sadio como o ultimo. Como da última vez a notícia correu. E agora! O que dizer para os parentes e amigos? O marido, esperto, era caipira mas um grande leitor de livros de histórias e literatura das mais variadas. Pensou, pensou e logo em comum scordo, reuniram parentes e amigos mais íntimos e soltaram a notícia. Quando todos esperavam dele de que aquele seria o último, claro que não poderia ser!! Afinal de contas Último estava presente na reunião. O raspou a garganta e disse: - senhores e senhoras, estamos reunidos aqui, fiquem a vontade, quero comunicar-lhes que o mais novo membro da família será batizado no próximo mês de maio; teremos uma grande festa; todos estão convidados. E para acabar de vez com o desconforto de estar dando explicações o nome deste será: Primeiro Epílogo da Silva Prado. E que Deus nos ajude a criar a filharada. E muitos ainda zombam dos caipiras....hummmmm!
J. Araújo

22 de março de 2009

>Desperdício chega a 45%

A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a resolução A/RES/47/193 de 22 de dezembro de 1992 (p. 22/02/93), através da qual 22 de março de cada ano é declarado Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 93, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (sobre recursos hídricos) da Agenda 21. E através da Lei n.º 10.670, de 14 de maio de 2003, o Congresso Nacional Brasileiro instituiu o Dia Nacional da Água na mesma data.

Dia mundial da água, (22 de março) onde tem água tem vida, o Brasil é um país privilegiado em termos de reserva de água doce. Temos 25% de toda reserva mundial. Mesmo assim temos regiões que sofre com a seca que castiga milhares de pessoas. A água antigamente se ‘vendia’ a idéia de que era um bem infinito, o que não é verdade. O desperdício é extremamente elevado começando nas empresas de tratamento; na distribuição de água tratada as perdas chegam, segundo pesquisas, a 45%. Com certeza, é um dado preocupante diante da escassez desse líquido precioso, enquanto o consumo médio aumenta a cada dia.

Temos ainda o desperdício individual, por falta de sensibilidade de muitos consumidores; que devem pensar: “to pagando...” quanta ignorância!A média européia fica entre 200 e 300 litros e, aqui no Brasil, gastamos, em média, 180 litros. A situação na África Subsariana, claro, é bem diferente. Em Moçambique, a população tem acesso a menos de 10 litros diariamente. No Quênia, as pessoas precisam andar quilômetros para conseguir de 12 a 14 litros ao dia. Em época de seca, quando os rios encolhem, esse número cai bastante. A falta de água é problema sério em um planeta sedento e desigual.

Num período de um dia, 4.900 crianças menores de 5 anos morrem de diarréia no Quênia. A doença, segunda maior assassina de crianças em todo mundo, tira a vida de 112 bebês quenianos a cada mil que nasce. A relação acesso à água e doenças é bastante clara. "Com o aumento da oferta de água no Nordeste brasileiro, a mortalidade infantil caiu drasticamente na região", confirmou o coordenador de Ciências Naturais da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO/Brasil), Celso Schenkel. Segundo ele, 1,1 bilhões de pessoas em todo o mundo ainda não contam com o fornecimento de água potável e estão sujeitas a enfrentar doenças mortais ou viver sem a dignidade de um banho.
http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2007/12/03/ult4476u17.jhtm

19 de março de 2009

>Agressão a natureza

web
(árvore chorão)
Quando se fala em preservação da natureza, estamos falando da fauna e da flora. Hoje - juntamente com alguns colegas no pátio de estacionamento no local de trabalho - tive o dissabor de presenciar uma cena no mínimo revoltante. Ah, o local comporta vários departamentos, descentralizados do poder público; saúde, educação, serviço social e habitação.

Uma senhora que aparentando ter uns 42 anos, mais ou menos, chegou em seu carrão, um Ford Eco Sport – o local é pobre em termos de sombra, o calor é infernal, o terreno não ajuda muito, mesmo assim plantamos várias mudas de árvores para num futuro mesmo que não sejamos nós a desfrutar, o lugar se torne um pouco mais fresco e agradável com sombras. Essa senhora, educadora por sinal, chegou atropelando uma das várias árvores plantadas, derrubando-a.

Um dos nossos, da Secretaria da Saúde, procurou nossa chefe para denunciar o ocorrido. Ela disse: - melhor deixar pra lá esse pessoal é estressado! Ah, eu não agüentei, ficamos de plantão, e aguardamos ela sair. Ao se aproximar do veiculo novamente perguntei a ela se ia deixar a arvore, caída, machucada, ali no chão ou se ia providenciar o socorro da pobre árvore.

Não falei mas pensei: A natureza paga muito caro pela ignorancia de muitos igual a ela, que não demonstrou o mínimo de respeito. Respondeu que não havia sido ela, apesar de testemunhas oculares, a autora da 'derrubada'. e disse que na saída, dessa vez, passaria em cima. Criou se um atrito entre funcionários da saúde na defesa da arvore e a "educadora".

Sim, educadora entre aspas. Quando a mesma saiu levantamos os frágeis galhos que insistem em crescer naquele terreno pedregoso. Colocamos um cano de ferro fincado, proteção com pedaços grandes de concreto e madeiras, para ver se alguém pare de atropelá-la. Não é a primeira vez que a mesma sofre esse tipo de agressão por parte de motoristas 'bração' e mal educados.

Mesmo sendo educadores. Imagine se não fosse. Vamos esperar o quê desse tipo de gente. A natureza pede socorro - e fazendo um trocadilho - nós da saúde fomos imediatamente socorrê-la. Ah, estava esquecendo de dizer o nome da pequena árvore, das várias mudas que plantamos. É o famoso "Chorão".

14 de março de 2009

>Pipoca

webrar o milho do avesso. O grão de milho que permanece o mesmo, por Um grão pequenino e duro. Parece mágica que depois de aquecido ele estoure e tome aparência de uma flor. A pipoca é um alimento muito antigo, bem mais que o cinema e as festas juninas. Há 4 mil anos, índios americanos já sabiam estourar o milho levando as espigas inteiras diretamente ao fogo. Muito tempo depois passaram também a aquecer o cereal em panelas com areia dentro. Os astecas, povos que habitaram a região do atual México entre os séculos 14 e 16, utilizavam a pipoca como comida e decoração em suas cerimônias religiosas. Foi Colombo quem levou a técnica e as primeiras espigas para Europa. No candomblé ela é um alimento sagrado que significa transformação – do milho duro para a pipoca macia. Uma transformação simbólica pela qual todos devemos passar, e que só acontece com a quentura do fogo (o que significa que mudar não é moleza). A explicação científica para o estouro da pipoca está na água presente no interior dos grãos. O aquecimento transforma essa água em vapor, que expande até explodir e vimais que se aqueça em gordura quente, ganha o nome de piruá. Tem um ditado no interior de Minas Gerais que associa uma pessoa que não desenvolveu seus talentos, ou uma mulher que não se casou, com o destino do piruá, ou seja, “a pipoca que não arrebentou”.
Silvia Amélia

7 de março de 2009

>Pode mandar, o lugar existe mesmo!!


(Morador da Puta que pariu ao lado da placa fazendo pose para uma recepção calorosa! Agora eu hein!!)


VAI PRA PUTA QUE PARIU!


Pode mandar pra lá porque o lugar existe! Dá pra ir de ônibus.Se você tem certo receio de mandar aquele mala que atormenta sem desconfiômetro para a PUTA QUE PARIU , não esquenta, pode mandar, porque ela existe e dá pra ir de ônibus (o que é melhor, se há realmente algo de melhor nisso) Fica na cidade de Bela Vista de Minas, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais. A cidade é dividida em 7 bairros e Puta que pariu é um deles!


Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, uma grande surpresa: um dos bairros tem esse nome. Acredite se quiser!

O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, com pouco mais de 10 mil habitantes e localizada no Estado de Minas Gerais. ...desmembrando do município de Nova Era, declarando naquele momento, às margens do Córrego da Onça a Independência de Bela Vista de Minas.
A cidade é divida em 7 bairros: Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta Que Pariu e Boca das Cobras.

Se desconfia é só clicar e entrar no GUIA DOS MUNICIPIOS BRASILEIROS http://www.guiadosmunicipios.com.br/mg/Bela%20Vista%20de%20Minas/
Colaboração: Claudia

2 de março de 2009

>Turismo ecológico

Fotos: arquivo pessoal A paisagem é bucólica. Onde reina a paz e a tranqüilidade. Por onde se olha avista cafezais nas encostas mais íngremes possível; em toda a região, os melhores cafés são produzidos em grandes altitudes, não menos que 800mts acima do nível do mar. Para o produtor poder fazer parte da APCEA (APCEA-MG), seu produto deve ser sido colhido acima de 100mts de altitude.
Vale a pena conhecer a região da (ZM) Zona da Mata Mineira, onde o visitante vai encontrar dezenas de cachoeiras e muito verde apesar de centenas de anos de destruição. Existe uma grande área de APA (Área de Preservação Ambiental), engloba terrenos de vários municípios; Araponga, Fervedouro, Miradouro, Ervália, Sericita, Pedra Bonita, Muriaé e Divino, na Serra da Mantiqueira, e tem vários Picos: o do Soares (1.985 metros de altitude), o Campestre (1.908 m), o do Grama (1.899 m) e o do Boné (1.870 m).

A altitude e o relevo amenizam a temperatura local e a neblina cobre os picos durante quase todo o ano, formando uma das mais belas imagens do Parque.A Serra está localizada na porção norte da Zona da Mata mineira, a cerca de 290 km de Belo Horizonte. As principais vias de acesso são a rodovia BR 116 (Rio - Bahia), que percorre os municípios de Muriaé, Miradouro, Fervedouro e Divino; a rodovia BR 262 (BH-Vitória) que cruza a BR 116 na altura do município de Realeza; a MG 262, que liga Belo Horizonte ao interior da Zona Mata, além de uma rede de estradas vicinais, pavimentadas ou de terra, que interliga os municípios da serra.
Nove anos depois de sua criação, em 1996, O Parque Estadual da Serra do Brigadeiro acaba de ganhar infra-estrutura para o turismo e foi oficialmente aberto à visitação ontem, com a presença do governador Aécio Neves.
A aproximadamente 230km de Juiz de Fora, o espaço de 13.210 hectares de vegetação remanescente da Mata Atlântica é considerado paraíso botânico, onde se encontra espécies raras de bromélias e animais, como o mono-carvoeiro (ou muriqui). Até hoje, apenas sete dos 23 parques estaduais estão oficialmente abertos ao turismo: Ibitipoca, Serra do Rola-Moça, Itacolomy, Rio Preto, Rio Doce, Nova Baden e, agora, Serra do Brigadeiro. 

Os outros 16 ainda não possuem condições estruturais mínimas para atender turistas. O parque foi estruturado por meio do Programa de Conservação da Mata Atlântica de Minas Gerais (Pro mata), recebendo investimento de R$ 1,25 milhão. A verba é proveniente do acordo de cooperação entre o Governo do Estado e o Governo alemão, por meio do banco Kreditanstalt für Wiederaufbau (KFW), que disponibilizou 50% dos recursos, e o Governo do Estado deu contrapartida de igual valor. Até 2007, a parceria deverá proporcionar investimentos de R$ 53 milhões na proteção, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica em Minas. 

Entre as obras de melhoria, estão a eletrificação do parque e as construções de centro de pesquisa, posto da Polícia Ambiental, laboratório, alojamento para pesquisadores, centro administrativo e de educação ambiental, residências para funcionários e administrador. Uma antiga construção colonial foi reformada para abrigar uma hospedaria, a Casa de Hóspedes. 

A abertura oficial do parque vem ao encontro do desenvolvimento do ecoturismo na região, estimulando a criação de serviços para atender o visitante nas cidades do entorno. O Parque Estadual da Serra do Brigadeiro abrange os municípios de Araponga, Fervedouro, Miradouro, Ervália, Sericita, Pedra Bonita, Muriaé e Divino e oferecem caminhadas por trilhas (com grau de dificuldade leve, moderada e alta) em meio à Mata Atlântica, além de cachoeiras.

Picos que beiram os dois mil metros atraem montanhistas para este prolongamento da Serra da Mantiqueira, como o do Soares (1.985 metros), o Campestre (1.908 m), o do Grama (1.899 m) e o do Boné (1.870 m). Entre as montanhas, há belos vales, chapadas e encostas, com diversos cursos d água. A principal formação vegetal da área é a Mata Atlântica, além dos campos de altitude.

Em trilhas como a do Rochedo, feitas a pé ou a cavalo, é possível ver marcas dos fornos utilizados para extração de madeira para produção de carvão, na década de 60. No início dos anos 70, a exploração foi embargada pelo Governo federal e, agora, a preservação é palavra de ordem.

Como chegar
O Parque Estadual da Serra do Brigadeiro fica no norte da Zona da Mata e tem duas entradas. A mais próxima de Juiz de Fora está a 220 km, com acesso pela BR 116 até Fervedouro (1 km antes do trevo para Carangola), mais 20 km de estrada de terra até o distrito de Bom Jesus do Madeira. Para trekking no Pico do Boné, o melhor acesso é por Viçosa, a 50 km de Araponga pela BR 482. Onde ficarAinda está em estudo a implantação de uma área de camping dentro do parque. Há opções de hospedagem em Araponga, na pensão Santa Maria (31) 3894-1156, com diárias a R$ 22, com pensão completa.

Informações Instituto Estadual de Florestas (IEF), Regional de Ubá - (32) 3531-1291 e Centro de Informação Ambiental de Araponga - MG (31)3894-1309. Fonte: Tribuna de Minas – MGO Parque Estadual Serra do Brigadeiro ocupa terrenos dos municípios de Araponga, Fervedouro, Miradouro, Ervália, Sericita, Pedra Bonita, Muriaé e Divino, na Serra da Mantiqueira, e tem vários Picos: o do Soares (1.985 metros de altitude), o Campestre (1.908 m), o do Grama (1.899 m) e o do Boné (1.870 m). A altitude e o relevo amenizam a temperatura local e a neblina cobre os picos durante quase todo o ano, formando uma das mais belas imagens do Parque

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