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26 de agosto de 2014

>Férias, por que não!!

Como o próprio post diz:


Estarei saindo de ferias a partir de segunda-feira, 01/09/2014. Mas com certeza, onde eu estiver, levarei boas lembranças dos amigos. Ficarei alguns dias desconectado da net por problemas técnicos. Mas no coração estarei conectado com todos vocês.

Até breve,


Abraço!!

21 de agosto de 2014

>Término do Curso Básico de Teologia Bíblica

Fotos de conclusão do Curso do Espírito Santo realizado na Congregação da Igreja de Cristo Campo Grande; Disponíveis para Downloads

















Igreja de Cristo Campo Grande - Campinas, SP
































8 de agosto de 2014

>É salgado o preço da passagem

Imagem: J Araújo
A semana passada o Portal G1, Campinas, publicou uma reportagem sobre a maria-fumaça que resgata a história da ferrovia em um trajeto turístico entre as cidades de campinas (SP) e Jaguariúna (SP) há mais de 30 anos. Em um trecho desativado da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro que é explorado pela (ABPF) Associação Brasileira de Preservação das Ferroviasalvo de criticas dos passageiros.  Para o empresário Marcelo Matheus, de 35 anos, a tarifa poderia ser mais baixa. “Deveria ser mais barato”. “Mais gente teria acesso”, afirma a assistente administrativa Bruna Silva, de 21 anos, também concorda. "É salgado o preço da passagem". Para percorrer um trecho de 48 km o visitante precisa desembolsar uma tarifa de R$ 80". Desse jeito não dá mesmo para a maioria das pessoas fazer turismo.

                                      Preço por quilômetro.
"Um passeio de maria-fumaça em Campos do Jordão por um trecho de 10 km custa R$ 17 (ida e volta), segundo consulta feita pelo G1, o que representa R$1,70 por km mantido pelo governo do Estado. Outro trecho consultado foi entre Curitiba e Morretes no Paraná, administrado por uma empresa particular, que percorre 220 km (ida e volta) e tem tarifa de R$ 122. Nesse trajeto, o km percorrido sai por R$ 1,80". Já a maria-fumaça de Campinas tem custo de R$1,66, valor ligeiramente abaixo dos demais. Mesmo assim os usuários têm todas as razões para reclamar. Imagina uma família de quatro pessoas que resolva fazer tal passeio, vai gastar mais de R$400 isso corresponde mais da metade do salário mínimo, entre passagens e outras despesas. Faltou ao G1 consultar também Vale que mantém vários trechos que transporta passageiros no Estado de Minas Gerais. 

E um deles ( Belo Horizonte x Vitória) teve um investimento de US$ 80,2 milhões para aquisição de nova frota. De acordo com a Vale, são 56 novos carros, sendo 10 executivos e 30 econômicos.  Além destes, novos carros para restaurante, lanchonete, gerador e cadeirantes, foram integrados à frota. O veiculo ainda conta com tomadas elétricas individuais nas poltronas que possibilitam o carregamento de notebooks e celulares, além do sistema de som e iluminação na classe executiva para dar conforto e comodidade aos viajantes. Cada vagão executivo tem capacidade para transportar 57 passageiros e os econômicos vão poder trafegar com 75 pessoas. A área executiva custa R$ 91, e o setor econômico, R$ 58. Os carros- restaurante terão 72 lugares, aumento de 56% em relação às composições que operavam anteriormente.  Tive o prazer de viajar no anterior que já era muito bom pelos padrões brasileiros, e não vejo a hora de voltar neste muito mais confortável e preço acessível a todos.

(a) J Araújo

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