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25 de abril de 2015

>Saiba quem são os estrangeiros condenados à morte na Indonésia por tráfico

De Jacarta 25/04/2015

Oito estrangeiros, entre eles o brasileiro Rodrigo Gularte, foram notificados neste sábado de sua execução iminente pelo crime de narcotráfico na Indonésia, depois que o governo de Jacarta negou seus pedidos de clemência.

O francês Serge Atlaoui, condenado pelo mesmo crime e que estava na lista inicial para ser notificado, teve seu nome retirado devido a um recurso de apelação ainda em andamento.

Além de Gularte e Atlaoui, procedentes de Brasil e França, os demais condenados são provenientes de Austrália, Filipinas, Gana e Nigéria.

Rodrigo Muxfeld Gularte: Se a execução de Rodrigo Gularte, de 42 anos, ocorrer, será a segunda pena capital aplicada a um brasileiro fora do país em tempos de paz, após o fuzilamento no dia 18 de janeiro também na Indonésia de Marcos Archer Cardoso Moreira.

Gularte foi detido em 2004 ao tentar entrar no aeroporto de Jacarta com seis quilos de cocaína escondido em pranchas de surf.

Um ano depois foi condenado à morte e, desde então, o governo indonésio negou em várias ocasiões seus pedidos de clemência, embora sua família tente há anos demonstrar às autoridades que Gularte sofre de esquizofrenia para, assim, transferi-lo a um hospital psiquiátrico.

Mary Jane Veloso: Veloso, nascida há 30 anos no seio de uma família pobre das Filipinas, é a única mulher deste grupo de réus. Esta mãe solteira de dois filhos insiste que viajou à Indonésia para trabalhar como empregada doméstica, mas foi enganada por um cartel internacional de drogas.

Em 2009, foi detida com 2,6 quilos de heroína no forro de sua mala, mas afirma que foi um amigo de sua família, integrante de uma organização criminosa, quem ocultou a heroína na bagagem.

Serge Atlaoui: Atlaoui, soldador e pai de quatro filhos, foi detido em 2005 em uma operação contra um laboratório de drogas nos arredores de Jacarta.

Este francês de 51 anos sempre defendeu sua inocência, ao alegar que pensava que estava instalando máquinas em uma fábrica de acrílicos. No entanto, a polícia o descreve como um químico na fábrica de drogas.

Embora tenha sido condenado em primeira instância à prisão perpétua, o recurso contra esta pena terminou com uma condenação à morte em 2007. Há 10 anos está recluso na ilha de Nusakambangan, a "Alcatraz indonésia", onde ocorrem os fuzilamentos.

Myuran Sukumaran: Este líder de um cartel de narcotráfico nasceu em Londres em 1981, mas se mudou com sua família do Sri Lanka à Austrália quando era criança.

Depois de deixar a universidade, se envolveu nos ambientes da droga de Sydney, atraído pela perspectiva do dinheiro fácil. Em 2005 ajudou a organizar um envio de heroína destinada à Austrália, mas foi capturado e condenado à morte um ano depois.

Andrew Chan: Assim como Sukumaran, Chan, de 31 anos, também residia em Sydney. O condenado, nascido em 1984 de pais imigrantes chineses que trabalharam durante quatro décadas em restaurantes, começou a usar drogas aos 16 anos.

Apenas dois anos depois de sua aposentadoria, Ken e Helen souberam que seu filho de 21 anos havia sido detido na Indonésia por liderar um grupo de narcotraficantes de heroína. Na prisão, se tornou um cristão fervoroso e, depois de estudar teologia durante seis anos, foi ordenado sacerdote em fevereiro.

Sylvester Obiekwe Nwolise: Nwolise, um nigeriano de 49 anos, foi considerado culpado em setembro de 2004 por traficar 1,18 quilo de heroína no aeroporto internacional Soekarno-Hatta de Jacarta em 2002.

O corpo nacional de narcóticos da Indonésia disse no mês passado que Nwolise operava uma rede de drogas na prisão, segundo a agência nigeriana de luta contra o narcotráfico, NDLEA. Seu pedido de clemência foi negado em fevereiro deste ano.

Raheem Agbaje Salami: A NDLEA diz que Salami parece ser nigeriano, mas tem passaporte espanhol e também pode responder ao nome de Jamiu Owolabi Abashin. No entanto, entrou na Indonésia com um passaporte espanhol sob o nome de Raheem Agbaje Salami.

Salami foi detido com cinco quilos de heroína dentro de uma mala no aeroporto de Surabaya em setembro de 1998 e foi condenado à prisão perpétua no ano seguinte. A Suprema Corte o condenou finalmente à pena de morte.

Okwudili Oyatanze: Este cidadão nigeriano, de 45 anos, foi condenado à pena de morte por tráfico de heroína depois de ter sido detido também em 2001 no aeroporto internacional Sukarno-Hatta. Seu pedido de clemência foi negado no início do ano.

Martin Anderson: Existe certa confusão sobre a nacionalidade de Anderson. Um porta-voz do Ministério Público da Indonésia disse que é nigeriano, mas a NDLEA nigeriana afirma que é um ganês nascido em Londres em 1964. Em 2003, foi detido em Jacarta e condenado à morte.

Fonte: AFP

21 de abril de 2015

>Peixe que é bom, nada!

Imagem: Arquivo pessoal
 Chegou o final de semana com o feriado de 21 de abril, muita gente pegou a estrada em viagens, muitas vezes,  estressantes, cansativas e sujeitando os pedágios com preços absolutamente fora da realidade brasileira, além disso encarando longas filas. Mas o assunto no momento aqui não é esse. Certa hora do dia bateu aquela fome, os peixes não estavam com fome, senão tinham mordido minha isca. Mas tivemos uma vantagem nessa pescaria, ninguém voltou pra casa contando vantagem, os três da família ninguém pegou nenhum peixe. Resultado:(0) zero pra todo mundo, assim ninguém se vangloriou.

Eu, minha esposa e um dos filhos, ao contrário, resolvemos ficar na cidade, pra fugir da rotina, na falta de outras opções, fomos 'enforcar' o feriado de Tiradentes em um Pesqueiro urbano,é uma das coisas que acabou caindo no gosto de muitas gente da cidade, que na falta de rios que outrora tinham peixes, hoje todos poluídos com esgotos de todos os tipos não sobrou outra opção a não ser recorrer aos pesqueiros artificiais onde os peixes por comodidade também são criados para este fim.

As pessoas geralmente, fazem isso para desestressar, da rotina, (não sei se esta é a palavra) do dia a dia das grandes cidades. Chegando no local fomos informados que naquela manhã havia chegado e sido soltos um carregamento de meia tonelada de peixes naqueles lagos. Mesmo assim não tivemos muita sorte, acredito que os peixes deviam estar estressados com tanta gente querendo divertir às suas custas. O engraçado de tudo isso é que do meu lado havia pessoas que a cada cinco minutos pescava um enquanto minha isca era ignorada. Troquei de local várias vezes e o resultado foi sempre o mesmo. Peixe que é bom nada!!

17 de abril de 2015

>C O M P A R T I L H A N D O

                               
             



                                                              F       A       C       E       B       O       O       K                                               

10 de abril de 2015

>Responsabilidade social

Arquivo pessoal
Meu nome é Michele, tenho 33 anos, sou casada e mãe de um menino de 9 anos. Fui convidada pelo meu pai, a contribuir com algum texto para seu blog. Decidi falar sobre um assunto que tem me incomodado bastante todas as vezes que vou ao supermercado.

Antes de iniciar o assunto quero aqui deixar claro, que sou uma pessoa que procuro no meu dia-a-dia ser uma cidadã correta e consciente com minha responsabilidade social. Nisso inclui o descarte correto de pilhas e baterias, não jogar lixo na rua e o uso consciente da água, inclusive passando ao meu filho estes valores.

Quando o governo paulista decidiu juntamente com a Associação Paulista de Supermercados a não distribuir mais as sacolas plásticas gratuitamente, achei ótima a decisão, penso que isso realmente irá contribuir em parte com o planeta para o descarte correto do lixo. Mas por que eu ou você consumidor temos que ser prejudicados com isso?

Minha opinião é que esse acordo não demonstra tanta preocupação com o meio ambiente, e sim mostra ser um excelente negócio para os donos de supermercados. Alguns questionamentos que faço a mim mesma:

- Distribuir gratuitamente não, mas cobrar R$ 0,19 por cada sacolinha isso é permitido?
- E as garrafas pets, as embalagens dos alimentos isso não preocupa?

Já que demonstraram tanta "preocupação" com o meio ambiente deveriam então oferecer a alternativa ao consumidor, um exemplo seriam os sacos de papel, são biodegradáveis, renováveis e recicláveis.
Creio que antes de fazerem esse acordo que proíbe a distribuição das sacolinhas deveriam preocupar-se em oferecer à população a coleta seletiva do lixo nos bairros.

Em Campinas cidade onde moro, mesmo com toda minha vontade em reciclar meu lixo sou impedida, porque de acordo com a própria Câmara Municipal de Campinas em um relatório final da Comissão Especial de Estudos (CEE) a cidade produz 900 toneladas de resíduos domésticos e industriais por dia, mas recicla apenas 2% disso.

Ou seja, 98% do lixo produzido na cidade vão parar nos aterros sanitários e grande parte dele com certeza contém plástico que agora com esse novo acordo, só mudou o tipo de embalagem agora descartadas. O   que tem a dizer os preocupados com o planeta?  Todo o lixo produzido irá parar nos mesmos aterros sanitários, só que agora dentro de sacos de sanitos vendidos pelos mesmos defensores do meio ambiente.

(*) Michele Araújo

3 de abril de 2015

>Respeito é bom e nós gostamos

Há alguns dias a ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações) baixou normas para melhoria do atendimento aos consumidores dos serviços de telefonia, TV a cabo e internet e outros, prestados pelas operadoras desse tipo de serviço. Mas, não adianta apenas baixar normas se não houver uma fiscalização ferrenha e atuação das empresas que não cumprir tais normas.

A falta de respeito com que somos tratados pelas operadoras de telefonia nesse país é de revoltar o mais pacato dos cidadãos. Tentei entrar em contato com a operadora de telefonia fixa (Telefônica) que agora passou a atender como Vivo. Abocanhou o mercado de fixo, móvel, TV a cabo etc e tal. Vivo só se for para cobrar tarifas e mais taxas, mais isso e mais aquilo, porque para atender mesmo não existe ninguém. Será que essa empresa espanhola usa o Brasil como laboratório de experiência? É muita falta de respeito!

Fiquei aguardando exatos 1.h22,35, finalmente desisti da bendita, (pra não dizer outra coisa) musiquinha que deixa qualquer um pirado. Entrei em contato com a Ouvidoria da empresa (08007751212), fui atendido por Viviane que gentilmente, (também não era pra menos, era da Ouvidoria) atendeu meu pedido. Espero que outras pessoas façam o mesmo quando do péssimo atendimento, não somente das operadoras de telefonia, mas de qualquer outra empresa que não nos satisfaçam nos produtos ou serviços. 

Como pode um país como o Brasil querer entrar para o bloco dos desenvolvidos se não é capaz de ter pelo menos uma empresa que respeita o consumidor. Isso é revoltante, tira qualquer um do serio. É o mínimo que esperamos quando ligamos em um prestador de serviço. Mudei de operadora, mas os problemas apenas diminuíram.

Sei que não sou o único a reclamar, até porque nesse país a maioria das empresas que vem pra cá, é  mais  para explorar a bondade e passividade desse povo, que não sabe abrir a boca pra nada, infelizmente. Dá vontade de sair incendiando tudo que é da Vivo/Telefônica que encontrar pela frente. Mas como não sou nenhum terrorista fica somente a vontade.

Se for pra se revoltar que seja uma revolta completa, nada de revolta “meia boca”.  Será que essa empresa presta o mesmo tipo de serviço em seu país de origem, a Espanha? Acredito que lá não seja assim. Se alguém conhece como a mesma funciona lá me diga, por favor.


(*) J Araújo

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