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29 de julho de 2016

>Meus rascunhos



Do fundo do coração...
Mesmo sem saber quem era ele te amou
O pouco que sei do amor aprendi com você

Não sou o príncipe que você sonhou
Nem o poeta que imaginava ler
Nem tenho livros editados; mas tenho rascunhos, isso eu tenho!

Nesses rascunhos, também falo de amor e saudade.
Neles também falo dos encontros e desencontros que acontecem

Fiz rascunhos, eu queria impressionar através das palavras.
Mas, quem sou eu! Estou longe de ser poeta para escrever lindas poesias pra você
Mesmo diante de toda dificuldade em expressar tão nobre
Sentimento.

Continuarei te amando à minha maneira

J Araújo
30/11/09



22 de julho de 2016

>Brincando com os clichês


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Com certeza você já deve ter ouvido algum dia um dos muitos clichês da lista que vou disponibilizar aqui.

Primeiro precisamos definir o que significa clichê.

1. gráf. placa de metal, ger. zinco, gravada foto-mecanicamente em relevo, obtida por meio de estereotipia, galvanotipia ou fotogravura, destinada à impressão de imagens e textos em prensa tipográfica.
  1. 2.
    p.ext. gráf o texto ou a imagem impressos por esse processo.

Clichê, no sentido figurado, é uma ideia já muito batida, uma fórmula muito repetida...

Começando por este:

A coisa está tão feia que tem gente "Vendendo o almoço para comprar a Janta ”Mas no ar existe certa expectativa otimista, porque existe um ditado que diz assim:” A esperança e a sogra são as ultimas que morrem” Enquanto isso, aqueles que não nasceram  com "Aquilo virado pra lua" estão vivendo de favores e de muita Boa Vontade dos Amigos. Já ouvimos tantas vezes alguém  dizer que é  "Dando é que se recebe". 
É  verdade, porque o que tem de mocinhas ficando grávidas ainda muito Jovens não é brincadeira.

Dizem ainda  "Deus ajuda quem cedo madruga", Mas não adianta levantar cedo e ficar de papo pro ar olhando o tempo passar, porque a "A Fila anda" e se der bobeira gente, vamos acabar "Perdendo o bonde"! Se tivermos sorte e, o caminho seguir uma linha reta tudo bem!

Porque "Na descida todo santo ajuda". Deus, na sua infinita bondade gosta e perdoa todos àqueles que se arrependem dos pecados e Ele"Continua escrevendo certo por linhas tortas". Só Deus mesmo pra  fazer isso. Tem candidato eleito nas ultimas eleições que não sabe nem ao menos ler direito, em linhas tortas, menos ainda.

Ouvi dizer Que "Ninguém chuta cachorro morto", Mas será  verdade essa história? Não sei! Mas sei que tem gente que faz um barulho danado, até escândalo, para chamar atenção dizendo que faz e acontece. É pouco provável, porque tem outro ditado que diz: "Cachorro que late não morde".
No dia a dia chega um dizendo que está "soltando fogo pelas ventas", aí, o sangue ferve e muita gente "Perde a estribeira". Ah, você já se deu conta do numero de vezes que "Chutou o balde"? Também meu amigo, com certeza você já chutou. afinal de contas ninguém tem "Sangue de barata" né!

Aí alguém chega e acha que não devíamos fazer aquilo. Tem pessoas que ferve tanto o sangue que acabam "Metendo os pés pelas mãos" sem saber que pode se sair mal por causa de atitudes impensadas. Depois não adianta "Chorar o leite derramado".

Não teve jeito, aquilo era o "Fim do mundo"; temos todo o direito de "Subir nos tamancos" algumas vezes. Não queríamos isso, mas acabamos muitas vezes "Rodando a baiana" porque mesmo em tempo de paz chega uma  hora em que precisamos "enfiar o pé na jaca" e se aparecer alguém com coragem maior que a nossa e quiser atrapalhar nossa passagem e, cruzar nosso caminho para atrapalhar, com certeza, vamos "Chutar o pau da barraca", depois pensamos nas consequências.

Alguém enche sua paciência te chamando para ouvir um monte de besteira,  nossa cabeça nessas alturas estabelece uma ligação e está cheia de grilos, do “jeito que o diabo gosta.” A temperatura sobe, o sangue ferve nas veias, aí não tem saída, rasgamos o verbo.” botamos a boca no trombone",  e isso  incomoda muita gente. Aparece alguém atrevido que resolve "Dar um chega pra lá"  em nós, na certeza que vai  nos pegar despreparados, mas acaba "Dando com os burros n'água".

Estamos "Tiriricas da vida", nem sempre estamos a fim de "Conversa mole", principalmente se estivermos naquele "Dia de Cão". Sabe aquele dia que levantamos "engolindo em seco" e "Pagando mico". Sempre acontece, durante boa parte da nossa vida, precisamos  sempre " Matar um leão por dia “para provar nossa capacidade,  "engolir sapo" também faz parte do cardápio.

Quantas vezes você tentou melhorar de vida porque ainda  acreditava na sorte, mas sempre "Deu Zebra“! E a cada dia seus pesadelos aumentava. Aí você tem que encarar a realidade, e ela, às vezes"  dá  medo e você prefere dormir por que "O que os lhos não veem o coração não sente".

Vamos mandar aquelas pessoas que  não acredita em nós 
"Pentear macaco", ou ir  "Às favas" como queira, que uma porção delas, enquanto nós batalhávamos elas dormiam e diz que; "Cochilou cachimbo cai". Já que "A vaca foi  pro brejo", no exato momento em que estava saindo do buraco. Vem aquele chefe "Chato de galocha" e te põe no “olho da rua”, se é que rua tem olho,  o pior é que tem e muitos, pra cuidar da sua vida.

Na verdade, tem muita gente na expectativa só esperando você “Cair do cavalo". Eles só se esquecem que podemos levantar e partirmos para a briga, aí vão ver  "A cobra vai fumar". 

Aquela história que "Boca fechada não entra mosquito” pra mim não cola. Nada como esperar o momento certo.  Nossa luta diária, na maior correria, do nosso dia a dia chega ao fim. Mas, também, chega um momento em que bate o desânimo. Não tivemos a chance de colher  " os loros da vitória “ e achamos que até ali colecionamos somente derrotas. Vamos parar e pensar com a cabeça fria, vamos tentar repensar e "Dar a volta por cima".

Precisamos parar pensar e dar um tempo. O melhor a fazer diante dos acontecimentos, ficar longe; que tal encostar-se num canto. Vamos tentar viver em Paz com a nossa consciência tranquila. Caso não consigamos é hora de sair de campo antes de ver o "Circo pegar fogo" sem se preocupar com nada. Vamos assistir de camarote a derrota do nosso inimigo caso tenhamos algum, pois diz um velho ditado que: "A vingança é um prato que se come frio".

 (a) J Araújo.

16 de julho de 2016

>Boca fechada não entra mosquito

Tem certas coisas que falamos sem pensar.  Precisamos tomar cuidado com as palavras que sai da nossa boca. Já dizia um velho ditado que “boca fechada não entra mosquito”. Isto não quer dizer que precisamos viver de boca fechada, isto é apenas uma expressão para nos alertar na hora de falar.

Até porque o contrario também é verdadeiro e posso aqui citar mais um ditado popular; “quem tem boca vai a Roma”, acredito que nem só em Roma, mas em qualquer outro local.  Na verdade, estou dizendo tudo isso pra dizer o quanto é importante pensarmos nas palavras proferidas. Esta semana estava eu me dirigindo para uma determinada da cidade e de repente o pneu do carro furou. Claro, tive de trocá-lo. 

Logo em seguida resolvi parar em um posto de combustível, pois o pneu trocado não estava com o ar condizente com os demais, precisava de uma calibragem.É aí que dou o fora na hora que cheguei em um posto de abastecimento. Fui logo perguntando para o primeiro frentista que encontrei se ali tinha ar. Olha só que pergunta mais idiota que fiz. 

Foi mais ou menos assim minha abordagem: Bom dia! Por favor, aqui tem ar? Acredito, que ele por respeito disse que sim. Porém, outro que não era funcionário do estabelecimento olhou pra mim com um sorriso, logo entendi a gafe que eu havia cometido. O certo seria eu perguntar se ali existia um calibrador de pneus. Mas como sempre queremos, muitas vezes, diminuir a frase. . .Então começamos a conversar e perguntei se eu era o primeiro a cometer tal deslize. Não, não é o primeiro disse ele. A maioria chega aqui falando a mesma coisa. Por aí vemos o quanto devemos tomar o cuidado com as palavras. Boa noite a todos.
(a)    J Araújo 

8 de julho de 2016

>Quem sabe amanhã

Resolvi não escrever sobre os assuntos do dia a dia. Busquei alguns arquivos de outra época não muito distante. Quando busquei respostas para minhas dúvidas encontrei mais perguntas.
Quando precisei de ajuda encontrei pessoas que precisava mais do que eu
Quando pensei que estava perdido
Encontrei você mais perdida ainda.
Quando chorava baixinho
Ouvi pessoas aos gritos pedindo socorro
Quando pensei ter perdido tudo surge, você em meu caminho como mágica.
Quando ninguém mais acreditava
Deus estendeu-me a mão
Penso a cada momento aprimorar,
ser melhor hoje do que fui ontem
Quem sabe amanhã, posso ser melhor ainda.
J . Araújo

2 de julho de 2016

>Pedágio: a mina de ouro das concessionárias

Imagem: J Araújo

Tem tanto assunto para se comentar que acabamos ficando em dúvida qual deles abordar.  A maioria das noticias não são nada boas para o consumidor.  E uma dessa noticia se não bastassem, as outras também nada boas é o aumento no preço do pedágio nas estradas paulistas.  A mina de dinheiro das concessionárias que temos que alimentar se não bastasse o que já pagamos de impostos para andarmos com nosso automóvel que de nosso só o nome.

Somos taxados de todas as formas. Pagamos o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores); pagamos taxa de licenciamento; pagamos DPVAT, o famoso seguro obrigatório (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres). Não para por aí, nada disso nos dá tranquilidade para sairmos por aí dirigindo despreocupados; se quisermos ter um pouco de segurança devemos contratar um seguro particular que nos cobram o olho da cara.

Os pedágios podem ser comparados com a galinha dos ovos de ouro. No estado de São Paulo, acredito que seja uma das atividades mais rentáveis. Não existem perdas de arrecadação, não tem o problema de a empresa levar calote do consumidor; qual empresa tem esse privilegio nos dias atuais. Existem lugares que estão cercados por todos os lados em seus bairros onde seus moradores precisam pagar pedágio para ir de um bairro a outro. Isso acontece, muitas vezes, em bairros cortados por tais rodovias pedagiadas. Com esses momentos, as empresas de transportes transferem os custos para o consumidor final que acabara arcando com os custos.
(a)   J Araújo

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