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31 de outubro de 2013

>Curiosidades de minas

Estive afastado por alguns dias por um bom motivo, estava viajando lá pelas bandas das Serras de Minas, e com isso pude trazer para os leitores do blog algumas histórias e curiosidades colhidas nessa passagem pela região.  Chega de explicações e vamos logo ao que interessa. 
Imagem/ D.C
                                             
Tenho certeza que não é só comigo que acontece, por mais que achamos que já vimos quase tudo estamos sempre nos surpreendendo a cada dia. E nessas andanças não foi diferente. Quem nunca precisou usar um banheiro público para aliviar nossas necessidades fisiológicas, e nessas horas se perde o pudor e acabamos usando mesmo que contra a nossa vontade.

Deixamos de lado aquela história de que somente usamos o banheiro de casa, na hora do aperto, na falta do dito cujo escondemos até mesmo no mato – moita na linguagem mais popular, - como eu já disse vai depender do aperto. Acredito que qualquer pessoa já usou, ou no mínimo ouviu falar em banheiro coletivo, mas eu e minha esposa em uma viagem que fizemos, ela descobriu um lugar onde colocaram dois vasos sanitários em um mesmo Box isso em um banheiro feminino.

Quando ela contou, confesso quase não acreditei, passando pela mesma estrada, fiz questão de parar no mesmo local isso depois de um ano, orientei a mesma fotografar esse ineditismo pelo menos pra mim para que eu pudesse contar e mostrar para outras pessoas.

O que intriga, nesse local fizeram isso não foi por falta de espaço. Nessas alturas nossa imaginação vai trabalhando, cheguei a pensar: se é no banheiro feminino talvez seja para as mulheres não perder tempo no bate papo, sendo um assunto interessante uma pode sentar do lado da outra e colocar o papo em ordem sem interrupção.  
Imagem/J. Araújo

Já que estamos falando em banheiro mais uma cena que chamou atenção foi exatamente mais um que encontrei, só que esse não é pelo fato de ter ou não dois vasos no mesmo box, até porque ele não é em nenhum ambiente público, mas sim na zona rural distante da cidade. Esse ao contrário é um banheiro que não tem casa, e não uma casa que não tem banheiro. 

Explico a Prefeitura Municipal de Araponga – MG tem um programa que constroem banheiros nas casas de pessoas de menor renda da área rural, e nesse lugar o programa do governo foi mais rápido, construiu o banheiro antes do proprietário construir a casa. Agora ele vai ter que adaptar a casa ao banheiro no caso de algum dia resolver construir sua casa aos pés da serra. O cenário é uma beleza. 

19 de outubro de 2013

>Quem nasceu nas montanhas não se adapta na praia

Não adianta, quem nasceu nas montanhas não se acostuma com praias. O nativo das montanhas é igual cabrito montanhês, quer ficar sempre nas alturas apreciando a paisagem. Enquanto que aqui na praia eu não avisto mais que um ou dois quilometro alem do meu nariz, por onde quer que eu olhe é água. Dois dias de praia está bom demais para quem prefere as montanhas. De férias viemos para Peruíbe, litoral sul de São Paulo, onde o tempo no começo da semana não ajudou muito, agora o sol brilha, mesmo assim prefiro minhas montanhas nativas. Entre o mar com suas praias ainda prefiro as cachoeiras. Tudo é uma questão de gosto.

11 de outubro de 2013

>Lição de honestidade

Pai de assaltante procuram vitimas para devolver dinheiro roubado pelo filho no interior de São Paulo.

Homem procurou um posto de combustíveis e uma farmácia para arcar com os prejuízos dos roubos.

O auxiliar de pedreiro, Dorivaldo Porfírio de Lima, não tem carteira assinada e recebe pouco mais de um salário mínimo por mês. Mesmo assim, procurou as vitimas dos assaltos praticados pelo filho para ressarci-los dos prejuízos.

Assinou notas promissórias e vai pagar em 10 parcelas parte dos 1,5 mil, roubados pelo filho, de um posto de combustível e de uma farmácia da cidade de Jales, no interior de São Paulo. A história sensibilizou os moradores da cidade, que estão ajudando o auxiliar a pagar os prejuízos.

- Quando recebi a visita dele, dizendo que queria pagar os prejuízos do roubo, fiquei surpreso, quase caí de costas. Afinal, não é dá para acreditar numa coisa dessas. Hoje em dia até quem tem divida já não paga, imagine alguém pagar pelos outros – comentou o comerciante Pedro Paulo Santana, dono do autoposto Espacial, assaltado na madrugada de terça-feira.

As câmeras do posto filmaram quando dois rapazes armados renderam o frentista e limparam o caixa da loja de conveniência após ameaçar uma funcionaria do estabelecimento. Um dos assaltantes é o filho de 18 anos de Dorivaldo. A dupla foi presa no dia seguinte e confessaram os dois roubos.

Na quarta-feira, ao saber da prisão, Dorivaldo começou a procurar os comerciantes para ressarci-los dos prejuízos. Foi por dois dias seguidos procurara o dono do posto.

- Ninguém deve ficar no prejuízo de ninguém. Por isso, decidi procurar os donos do posto e da farmácia para tentar consertar essa situação. E também vou acertar o celular da moça que eles roubaram – contou.

Na quinta-feira, ao encontrar Santana, o auxiliar fez um acordo. Como não tinha dinheiro para pagar a vista, dividiu os R$ 900 roubados no posto em 10 parcelas de R$ 90 cada uma.

Honestidade assusta

Dorivaldo também procurou a farmácia Silva Drogas, no centro da cidade, roubada na manhã de domingo.

- Quando ele se apresentou como pai de um dos ladrões, levei um susto e fiquei mais assustado ainda quando ele me disse que queria pagar o prejuízo do filho – conta João Durval Passari, dono da farmácia. Lá, Dorivaldo conseguiu um desconto, mas não foi preciso pagar.

- Como eram dois ladrões, aceitei parcelar só metade dos R$ 600 roubados, mas hoje (sexta-feira), quando algumas pessoas da cidade souberam da história dele, vieram aqui e pagaram os R$ 300 – afirmou Passari.

- O pessoal da cidade ficou muito sensibilizado e decidiu ajuda-lo. E não é por menos, porque uma história dessas a gente não vê acontecer todo dia – completou o dono da farmácia.

Outro que se surpreendeu com o caso foi o delegado Sebastião Biasi, que atendeu a ocorrência.

- Em 20 anos de profissão, nunca vi uma situação dessas – contou.

Segundo Biasi, o filho do auxiliar de pedreiro, bruno de Souza Lima, de 18 anos, confessou os roubos. Ele era primário, foi a primeira passagem dele. Ele é usuário de drogas – disse o delegado. Apesar da prisão, Dorivaldo diz acreditar na recuperação do filho, que pela primeira vez praticou assalto.

- Ele se perdeu nas drogas, que falaram mais alto na cabeça dele. Eu acredito que ele vai se recuperar. Ele, saindo da cadeia vai trabalhar para me pagar o que paguei para as vitimas, pois ele é um rapaz trabalhador, batalhador. Ele não precisa disso, só aconteceu porque as drogas falaram mais alto. Tenho certeza disso – afirmou o pai.
Fonte: O Estadão

7 de outubro de 2013

>Os encantos da primavera

Imagem/J Araújo
Os ipês, principalmente, rosa nesta época do ano se destacam dentre as demais árvores nas ruas e avenidas arborizadas das cidades. Esta aí da foto é a Avenida Manoel Dias da Silva na Vila Industrial em Campinas - SP, onde o chão virou um verdadeiro tapete de flores. Em minhas andanças gosto de registrar estas cenas e compartilhar com o maior número de pessoas possíveis. 

Cada um, geralmente, tem um hobby, eu digo que tenho vários, e a fotografia é um deles. Gosto de registrar momentos em fotos e  quando possível em vídeos, cenas que são momentos únicos e jamais se repetirão. A natureza tenta de todas as formas se recompor mesmo diante da fúria do homem que insiste em destruí-la, em troca nos brinda com toda essa beleza de cenário nessa selva de pedra em que vivemos que são as grandes metrópoles.

(a) J Araújo

4 de outubro de 2013

>Morte na Unicamp

A UNICAMP (universidade Estadual de Campinas) está na mídia nos últimos dias devido à morte covarde do estudante Denis Papa Casagrande, por um grupo de punks em uma festa dentro do campus da universidade. A autora confessa da facada que matou o jovem, Maria Tereza Peregrino e, seu namorado, Anderson Marcelino Ferreira Mamede estão presos. Os mesmos não eram estudantes da universidade.  A instituição, em principio, dizia desconhecer a realização de tal festa, mas, depois da repercussão do caso acabou reconhecendo, porém, querendo se eximir de responsabilidade.

Depois de alguns dias solicitou a presença mais constante da polícia militar para reforçar a segurança da comunidade acadêmica. Diante disso, a comunidade está divida, existem os que apoiam e os que são contra a presença da polícia fazendo rondas ostensivas. Quando ocorrem os crimes, inclusive de roubos e furtos sempre existe reclamação pela falta de segurança. Enquanto isso, a população de bem de maneira geral gostaria de ter a presença da polícia, enquanto os estudantes quer distância da mesma.  
Será por quê? Que eu saiba, todas as pessoas que não tem nada a esconder se sentiria mais seguras com a polícia por perto. Diante disso, um grupo de baderneiros mascarados, que estudam de graça, à custa dos impostos que pagamos, resolveu invadir a reitoria e começar um quebra-quebra, destruindo o patrimônio público  pago com o meu, com o seu, com o nosso dinheiro. Fato parecido aconteceu na USP em novembro de 2011, quando estudantes invadiram o campus daquela universidade na capital paulista, também por um fato parecido, um estudante havia sido morto. Eles (estudantes) têm medo de que?  
(a) J Araújo 

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