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"Eu não conheço essa moça. Nunca vi essa moça na minha vida..."

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Quando você cria um monstro, o que pode esperar dele?

Imagem gerada por IA Há uma pergunta que deveria ser feita antes de qualquer decisão política: o que poderá acontecer amanhã com o poder que estamos entregando hoje? Porque monstros não costumam nascer monstros. Às vezes começam pequenos.  Quase inofensivos. São criados com uma justificativa aparentemente razoável:  ● combater um problema, proteger uma instituição, defender a democracia, garantir a ordem, enfrentar um adversário e STF foi criado exatamente para defender as leis e zelar pela constituição. E, enquanto tudo parece conveniente, poucos se preocupam com o tamanho que aquele poder poderá alcançar. O Supremo Tribunal Federal foi se tornando cada vez mais poderoso ao ponto dele próprio rasgar a constituição que deveria defender por meio de alguns de seus membros.  O problema começa quando aquilo que foi criado para enfrentar uma ameaça passa a ter força suficiente para definir quem é a ameaça. E foi exatamente isso que o STF fez. Para o STF a direita brasileira er...

Vazio político e Vazio da alma. Você já pensou nisso?

Escultura (Melancolia) do artista romeno Albert György Hoje vamos falar sobre dois vazios - um político e outro espiritual traçando um paralelo muito forte entre eles. U m assunto pouco debatido e explorado, talvez poucos tenham interesse por que vai tratar de algo vazio e é aí que o assunto fica interessante.  Em ambos os casos, quando falta um princípio que dê direção, alguém ou alguma coisa acaba ocupando esse espaço que se encontra vago. Tente colocar um saco vazio em pé. Você não irá conseguir.  Primeiro vamos explorar o vazio político. Esse é um tipo de vazio que não aparece nos filmes, nas fotos estampadas nos jornais e  revistas que circulam. É o vazio do ser humano que ninguém vê e não tem como ser mostrado. Que não se mede por pesquisas, discursos ou números. É o vazio que nasce quando uma sociedade perde suas referências - quando uma pessoa perde o sentido de sua própria existência. Esse vazio político, ele surge quando a política deixa de ser compreendida como...

Quando uma ministra do STF diz: "eu estou envergonhada"!

Imagem/STF  Na sessão plenária do STF dia 15 (terça-feira) foi um dia histórico e justamente no contraste entre a grandeza da instituição e a palavra inesperada de quem dela faz parte.  Há frases que passam. “com profunda tristeza e consternação” E há aquelas que, quando pronunciadas dentro de uma instituição como o Supremo Tribunal Federal, parecem ganhar um peso ainda maior e a frase da ministra vai entrar para a história do STF. E aconteceu, no plenário do STF, uma palavra chamou atenção. Não veio de um jornalista, de um cidadão indignado ou de um adversário político. Veio de dentro da própria Corte. A ministra Cármen Lúcia disse estar triste e envergonhada. Pare por um instante e pense nisso. Não é pouca coisa. O Supremo é uma das instituições mais importantes da República. É ali que se espera encontrar equilíbrio, serenidade, segurança jurídica e, sobretudo, a sensação de que as instituições estão funcionando acima das disputas e dos interesses momentâneos. Por iss...

15 DE SETEMBRO DE 2026: O FUNERAL DE UMA IMAGEM DO STF 

Imagem: Felipe Sampaio/STF  Não morreu o Supremo Tribunal Federal. Mas ontem, 15 de setembro de 2026, alguma coisa morreu dentro dele. Talvez tenha sido o silêncio respeitoso entre seus ministros. Talvez tenha sido aquela imagem de uma Corte acima das disputas, onde as divergências terminavam no voto e não em acusações públicas. Ou talvez tenha sido algo ainda mais importante: a confiança de uma parcela da sociedade de que, quando os ministros do Supremo entram em conflito, existe uma instituição suficientemente forte para separar o interesse público das disputas internas. O que o Brasil viu ontem não foi um funeral com caixão. Foi um funeral de simbolismos. De um lado, ministros defendendo posições diferentes sobre processos que envolvem os próprios integrantes da Corte.  De outro, acusações, respostas e confrontos públicos. O julgamento sobre a tramitação dos casos relacionados a Alexandre de Moraes e André Mendonça acabou suspenso após o pedido de vista de Flávio Dino. E ta...

No Brasil o crime organizado está infiltrado em todos os Poderes

O Gaeco de Campinas e a Polícia Militar prenderam seis pessoas na Operação Nexus, deflagrada na data de ontem, terça-feira (15), contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.  Cinco prisões ocorreram por meio de mandados judiciais e uma foi em flagrante. Entre os alvos de busca e apreensão está o vereador de Itatiba Carlos Eduardo de Oliveira Franco, conhecido como Duguaca. Segundo o Ministério Público, o parlamentar e a mulher dele atuavam como líderes de bairros e tinham acesso a câmeras de monitoramento espalhadas pela cidade.  A investigação apura se os dois repassavam imagens e informações sobre a movimentação das forças de segurança à organização criminosa. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão. As ações ocorreram em Itatiba, onde foram cumpridos 23 mandados de busca, e em Campinas, com três mandados. Além das prisões, os investigadores apreenderam celulares, computadores, tablets,...

Justiça ABSOLVE POLICIAIS que mataram 26 CRIMINOSOS do 'novo cangaço' em VARGINHA

Rede social  Segundo a 1ª Vara Federal Criminal de Uberaba, agentes da segurança pública agiram em legítima defesa; caso aconteceu em 31 de outubro de 2021. A Justiça Federal absolveu nesta quinta-feira (10) seis policiais que mataram 26 criminosos do "novo cangaço" em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O caso aconteceu em 31 de outubro de 2021. Entre os réus estavam quatro agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e dois do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar (PMMG). Os policiais haviam sido denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por homicídio qualificado após as mortes ocorridas na operação. A decisão foi proferida pelo juiz federal Élcio Arruda, da 1ª Vara Federal Criminal de Uberaba. O magistrado considerou que os agentes agiram em legítima defesa. O juiz considerou o fato de que foram apreendidos com os criminosos 29 armas de fogo, munições, carregadores, explosivos, detonadores, nove veículos roubados ou furtados, um caminhão ...