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A liberdade que você tem hoje não deve ser tratada como algo garantido para sempre

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Quando a casa está acumulando sujeira é hora de fazar uma limpeza

                            ESTAVA NA HORA DE FAZER UMA FAXINA Vamos imaginar uma casa. Não uma casa qualquer. A nossa casa. Aquela casa onde a sujeira foi se acumulando aos poucos. Um pouco de poeira aqui, uma bagunça ali, uma coisa quebrada acolá. E, como ninguém queria assumir a responsabilidade, fomos fechando as portas dos cômodos e fingindo que estava tudo bem. Até que chegou uma hora em que não dava mais para esconder. Aí alguém gritou: — Gente, está na hora de fazer uma faxina! Isso lá por volta de 2015. E é aí que começa o problema. Porque todo mundo quer a casa limpa, mas quase ninguém quer pegar na vassoura. Na política, é exatamente assim. Todo mundo reclama. Todo mundo aponta a sujeira. Todo mundo diz que está indignado. Mas quando chega a hora de participar, acompanhar, cobrar, fiscalizar e escolher com responsabilidade, aparece a velha frase: — “Política não é comigo.” Como não é? A casa é sua! Aqui ent...

Pequeno é o tempo que você leva para apertar o botão. Grande é o poder que está entregando.

Arte Um recado ao eleitor No dia 4 de outubro, q uando você entrar na cabine de votação, lembre-se de uma coisa:  ninguém estará ali para escolher por você. Será você e a urna. Será você e a sua consciência. Será você e a responsabilidade de colocar no poder pessoas que passarão a tomar decisões em nome de milhões de brasileiros. Não entregue essa responsabilidade à emoção do momento. Não transforme eleição em torcida.  Não vote simplesmente porque alguém pediu. Pare. Pense. Conheça. Escolha. Você terá diante de si candidatos a diferentes cargos, cada um com responsabilidades próprias.  E, entre eles, estarão os dois senadores que representarão o seu estado durante oito anos. Oito anos! Talvez você nem imagine onde estará daqui a oito anos. Mas aqueles que foram escolhidos por você continuarão exercendo seus mandatos. Por isso, não trate o voto como uma coisa pequena. Pequeno é o tempo que você leva para apertar o botão. Grande é o poder que está entregando. E ...

Carreta com cosméticos tomba na Fernão Dias e deixa motorista preso às ferragens

Rede social  Uma carreta carregada com cosméticos tombou na manhã deste sábado (3), no km 925,8 da Rodovia Fernão Dias (BR-381), em Itapeva (MG). O tombamento provocou interdição parcial da rodovia nos dois sentidos. No sentido Belo Horizonte, a pista foi totalmente interditada. Já no sentido São Paulo, uma faixa ficou bloqueada, com o tráfego sendo desviado pelo acostamento. A concessionária Motiva Minas-SP foi acionada às 10h38 para atender a ocorrência.  O motorista, de 29 anos, ficou preso às ferragens e recebia atendimento de equipes da concessionária, do Corpo de Bombeiros e do SAMU. Parte da carga de cosméticos caiu sobre a pista no sentido sul. Durante o atendimento, havia aproximadamente 2 quilômetros de congestionamento no sentido norte e 1 quilômetro no sentido sul. Fonte: Portal tpower

Memórias: "A verdade de um revolucionário"

Arquivo web  "Ponha-se na presidência qualquer  medíocre, louco ou semi-analfabetos e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem de que tudo quanto faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em sábio, um louco em gênio equilibrado, um primário em estadista. Um homem nessa posição, empunhando nas mãos as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se em um monstro perigoso. Enquanto esse monstro é dirigido e explorado apenas pela lisonja, bajulado pela côrte, Nação sofre prejuízos de monta, é verdade, mas apenas,  danos materiais em sua maioria e morais alguns. Quando, porém, sua roda é formada ou dominada por um bando refece de demônios, nesse momento a Nação corre os mais sérios perigos" Mourão Filho, Memórias: a Verdade de um Revolucionário, 1978, p. 16.  O general morreu em 1972, portanto não c...

No Brasil parece que o tempo não passa e a história é sempre a mesma

Imagem web Uma vez os índios xavantes colocaram o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em uma roda de dança, quando perguntaram para o mesmo qual era o significado ele disse que era a dança dos guerreiros, mas o líder Arimateia Xavante, disse que na verdade aquela era a " dança da cura ". O que dá para supor que o governo está doente. Toda a encenação, segundo os índios era para chamar a atenção da sociedade pelas ações da Polícia Federal, de matar e desrespeitar os índios, segundo as lideranças indígenas.  Agora imagina se por causa de promessas não cumpridas e desrespeito ao povo se resolvesse colocar os ministros para dançar. Brasília ia se tornar um verdadeiro salão de dança e os brasileiros regentes da orquestra. Enquanto Brasília se tornaria o único lugar onde o povo é dono do grande salão de baile, mas ao mesmo tempo estaríamos num grande circo chamado Brasil.  Estou aqui imaginando, se os índios estavam dançando para curar doenças, seria interessante, do jeito q...

Alexandre de Moraes: De “defensor da democracia” a “ditador de toga”

Foto: STF  É curioso como a política brasileira consegue transformar heróis em vilões sem sequer trocar a roupa. Ontem, Alexandre de Moraes era apresentado por muitos como um dos grandes defensores da democracia brasileira. Hoje, seus adversários o chamam de “ ditador de toga ” e, muitas vezes com razão pelo comportamento e decisões que o mesmo tomou afrontando a própria Constituição Federal. A toga é a mesma. O Supremo é o mesmo. O homem é o mesmo. Então, o que mudou? Talvez alguns venham a dizer que tenha mudado a maneira como cada brasileiro passou a enxergar o poder, mas pelos últimos acontecimentos e provas descobertas contra o próprio ministro não tem como contextá-las. Para uns, Moraes representa a própria resistência das instituições contra ataques à democracia. Para outros, suas decisões ultrapassaram limites que deveriam existir justamente para proteger essas instituições. E aí mora o problema. Porque democracia não pode funcionar como aquelas placas de trânsito que só va...