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As caixas mágicas e o boicote da direita

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Banco Master: quando as relações entre dinheiro, política e Justiça levantam suspeitas

Imagem ilustrativa  A promiscuidade entre o banco Master e figuras do governo e, principalmente, do Poder Judiciário isso é assustador. E, mesmo diante de tantas evidências, mesmo diante de provas, autoridades da mais alta côrte do país continuam vivendo normalmente como se nada tivesse acontecido.  Apenas alguns permanecem daqueles que desembolsaram bilhões para "comprar a proteção do sistema" estão presos. Isso não é justiça! O caso do Banco Master levanta questionamentos que não podem ser ignorados: quem são os envolvidos? Quem tinha conhecimento dos fatos? Quem se beneficiou? E, principalmente, por que alguns permanecem presos enquanto outros parecem continuar distantes das consequências? Em uma República que se diz ou pretende democrática, ninguém pode estar acima da lei. Não importa o cargo, o sobrenome, a influência política ou a posição ocupada no Judiciário. E aqui está o ponto central: a Justiça não pode ser rigorosa com os pequenos e complacente com os poderosos...

A plena confiança no regime demonstrada pelo candidato

Imagem/web Quando você tem total certeza da vitória e faz ameaças públicas contra seu adversário. Isso não é democracia.! O presidente Lula tinha tanta certeza da vitória que se achou no direito de ameaçar publicamente seu adversário político, Flávio Bolsonaro. Uma democracia não se sustenta na arrogância de quem acredita que já venceu muito antes da apuração dos resultados, muito menos no medo daqueles que ousam pensar diferente. Quem confia verdadeiramente na força de suas ideias não precisa intimidar, ameaçar ou tentar calar seus adversários. Isso mostra que a pessoa confia cegamente no regime. Ameaçar o adversário não é demonstração de força. É desprezo pela liberdade e democracia não é um sistema em que o vencedor pode tudo e o derrotado deve se calar. É justamente o contrário: é o respeito às regras, às diferenças, à oposição e à liberdade de expressão. E fica uma pergunta ao leitor: Se alguém precisa ameaçar para comemorar uma vitória que considera certa, o que podem...

O resultado das urnas passou, mas a disputa política continua

Quando a política entra no caixa das empresas: a onda de boicotes após as eleições de 2026 continua a todo vapor.  O resultado das urnas passou, mas a disputa política continua. Depois do segundo turno das eleições de 2026, teve início uma onda de boicotes a empresas que começou a ganhar espaço, transformando o consumo em mais uma ferramenta de manifestação política. O episódio está ganhando proporções jamais imaginadas e levanta uma questão importante: até que ponto o cidadão deve usar seu poder de compra para demonstrar indignação ou discordância política? Afinal, em uma democracia mesmo que relativa ckko o Brasil, ninguém é obrigado a apoiar uma empresa, consumir seus produtos ou concordar com seus posicionamentos.  Mas também é preciso distinguir o direito legítimo ao boicote da perseguição, da intimidação e da tentativa de silenciar quem pensa diferente. O que chama a atenção, porém, é a dimensão que essa reação vem tomando e parece que o professor que ensinou essa técni...

A pacificação do país passa pelo STF ser apenas uma corte constitucional e não política

Foto: governo do estado de São Paulo  Dizer que as eleições passou para quem foi eleito no primeiro turno é muito cômodo e fácil até porque você era o candidato preferido do sistema.  O difícil é saber que o candidato que concorreu com o ' ganhador ' do pleito é perseguido e sete minutos depois do TSE declarar o resultado das urnas o ministro Alexandre de Moraes expediu uma ordem para que o mesmo entregasse seus passaportes. Governador, como pacificar um país em que a Justiça é parcial, persegue pessoas inocentes e prende pessoas que reclamam por liberdade, como seu próprio padrinho político, Jair Messias Bolsonaro que está preso?  Se você é hoje essa liderança no cenário político nacional o mérito não é seu, mas sim daquele que está preso injustamente sem poder opinar.  Aquele sim é a verdadeira voz da direita que calaram e você vem com essa de pacificação. "Como dizer que a eleição passou, sendo que milhares de pessoas assistem incrédulas ao advogado de Lula di...

Pavinatto chama Tarcísio de "araponga de Moraes"

Imagem Rede social  Imagina você confiar em alguém, como um grande aliado e, depois de algum tempo descobrir que essa pessoa está te traindo! É uma das maiores decepções que alguém pode experimentar: descobrir que aquela pessoa em quem você depositou confiança, a quem estendeu a mão e considerava um grande aliado, na verdade, estava jogando contra você. O pior da traição não é apenas o golpe recebido. É perceber que, enquanto você defendia aquela pessoa, confindenciou ideias e ela talvez estivesse construindo estratégias para prejudicá-lo. A traição de um inimigo não surpreende agora a traição quando parte de um "aliado" revela o quanto você estava enganado. E há uma lição que merece ser lembrada: nem todo aquele que caminha ao seu lado está caminhando na mesma direção. Alguns permanecem próximos não por lealdade, mas por conveniência. Porque o inimigo declarado nos mantém em alerta, mas o falso aliado nos faz baixar a guarda e parece que isso aconteceu com alguém muito ...

CIA e a operação de retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil: O drible na imprensa, na Abin e na PF

A retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de inteligência da Argentina. A operação foi colocada em prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir, culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato. No início da noite de segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em comboio. Os jornalistas que estavam em frente passaram a segui-los. No primeiro carro, só visualizaram uma pessoa: o motorista. O segundo, levava apenas uma mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro". O terceiro e o quarto carro estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros. Os jornalistas passaram a seguir esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era pra despistar os jornalistas. Em um entroncamento, o comboio se dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os...