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A pacificação do país passa pelo STF ser apenas uma corte constitucional e não política

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Pavinatto chama Tarcísio de "araponga de Moraes"

Imagem Rede social  Imagina você confiar em alguém, como um grande aliado e, depois de algum tempo descobrir que essa pessoa está te traindo! É uma das maiores decepções que alguém pode experimentar: descobrir que aquela pessoa em quem você depositou confiança, a quem estendeu a mão e considerava um grande aliado, na verdade, estava jogando contra você. O pior da traição não é apenas o golpe recebido. É perceber que, enquanto você defendia aquela pessoa, confindenciou ideias e ela talvez estivesse construindo estratégias para prejudicá-lo. A traição de um inimigo não surpreende agora a traição quando parte de um "aliado" revela o quanto você estava enganado. E há uma lição que merece ser lembrada: nem todo aquele que caminha ao seu lado está caminhando na mesma direção. Alguns permanecem próximos não por lealdade, mas por conveniência. Porque o inimigo declarado nos mantém em alerta, mas o falso aliado nos faz baixar a guarda e parece que isso aconteceu com alguém muito ...

CIA e a operação de retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil: O drible na imprensa, na Abin e na PF

A retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de inteligência da Argentina. A operação foi colocada em prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir, culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato. No início da noite de segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em comboio. Os jornalistas que estavam em frente passaram a segui-los. No primeiro carro, só visualizaram uma pessoa: o motorista. O segundo, levava apenas uma mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro". O terceiro e o quarto carro estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros. Os jornalistas passaram a seguir esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era pra despistar os jornalistas. Em um entroncamento, o comboio se dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os...

O título rasgado e a confiança perdida

Imagem ilustrativa Pessoas indignadas com o sistema político/eleitoral estão queimando ou rasgando seus títulos de eleitores em sinal de protesto.  Esse gesto de rasgar ou queimar o título de eleitor pode ser interpretado como uma manifestação de indignação, descrença e protesto contra o sistema político e eleitoral brasileiro. Mas ele também levanta uma questão importante: quando o cidadão perde a confiança nas instituições, qual é o caminho para demonstrar sua insatisfação e buscar mudanças? O título de eleitor representa mais do que um documento. Ele simboliza a participação do cidadão na escolha de seus representantes. Destruí-lo pode expressar revolta, mas não altera, por si só, as regras do sistema nem afasta os governantes do poder. O cidadão passa anos ouvindo que seu voto é sua maior arma . Será mesmo? Mas, quando se sente decepcionado com os políticos e descrente das instituições, alguns chegam ao ponto de destruir o próprio título eleitoral. É um gesto de revolta. É a ex...

DEMOCRACIA: O PODER É DO POVO!

Margaret Thatcher Democracia não é apenas votar de quatro em quatro anos. É ter liberdade para pensar, falar, questionar e escolher sem medo de perseguição. No Brasil, temos eleições a cada dois anos para cargos eletivos para presidente, governadores, senadores, deputados  federais e estaduais. A outra eleição é para escolher os prefeitos e vereadores em todo o Brasil.  É entender que nenhum governante está acima da lei, nenhum juiz é dono da Constituição e nenhum Poder da República é superior ao povo que lhe confiou autoridade. Democracia não é fazer o que se quer, mas respeitar as leis e os direitos de todos. Quando a liberdade é sufocada, a Constituição é desrespeitada e o poder se torna instrumento de intimidação, a democracia começa a perder sua essência. Porque, no fim das contas, o poder emana do povo — e não existe democracia verdadeira quando o cidadão tem medo de exercer a própria liberdade. "O  papel da democracia não é assegurar que os melhores cheguem ao pod...

A DESTRUIÇÃO DE UMA NAÇÃO COMEÇA QUANDO O POVO SE TORNA CÚMPLICE

O povo tem responsabilidade na destruição de uma nação e isso ficou demonstrado no dia de ontem  Nenhuma nação se destrói apenas por causa dos maus governantes. Por trás de muitos governos desastrosos, existe também um povo que se omite, que se cala, que se deixa enganar e que, muitas vezes, aplaude justamente aqueles que amanhã irá condenar. Basta olharmos para o passado. A História está repleta de nações que viram seus destinos serem comprometidos não apenas pela ambição de seus líderes, mas também pela passividade e conivência de seus cidadãos. Governantes autoritários não chegam longe somente pela força. Muitas vezes, avançam porque encontram quem os apoie, quem justifique seus abusos e quem prefira as vantagens do momento à defesa dos princípios. O problema começa quando o cidadão abandona a consciência crítica e passa a defender políticos como se fossem membros da própria família e, muitas vezes vai muito além. Nesse momento, o certo e o errado deixam de ser avaliados pe...

Ataque dos cães: enquanto há vantagens, há lealdade; quando elas acabam, aparecem as mordidas!

Sabemos o quanto é bom ganhar certo? Todo mundo que entra no jogo não é para perder. Mas, no caso da eleição a direita mais uma vez perdeu e isso é fato.  É melhor deixar o Lula pagar as contas que fez e cumprir as promessas feitas aos trabalhadores, aposentados e apoiadores políticos. Existe uma tese que  diz o seguinte: Os cães lambem as mãos do tratador até o dia que ele deixar de tratá-los, aí a matilha começam a mordê-lo. Enquanto há vantagens, há lealdade; quando elas acabam, aparecem as mordidas! Os cães lambem as mãos de quem os alimenta, protege e lhes oferece conforto. Mas, quando o alimento desaparece, o carinho pode dar lugar à agressividade e é esse o cenário que está sendo desenhado no Brasil. Na política e na vida, não é muito diferente. Há pessoas que se aproximam não por amizade, respeito ou lealdade, mas pelo que podem receber da ração que está sendo distribuída. Enquanto existirem benefícios, os bajuladores vão defendem o benfeitor e jurarem fidelidade...