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A plena confiança no regime demonstrada pelo candidato

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O resultado das urnas passou, mas a disputa política continua

Quando a política entra no caixa das empresas: a onda de boicotes após as eleições de 2026 continua a todo vapor.  O resultado das urnas passou, mas a disputa política continua. Depois do segundo turno das eleições de 2026, teve início uma onda de boicotes a empresas que começou a ganhar espaço, transformando o consumo em mais uma ferramenta de manifestação política. O episódio está ganhando proporções jamais imaginadas e levanta uma questão importante: até que ponto o cidadão deve usar seu poder de compra para demonstrar indignação ou discordância política? Afinal, em uma democracia mesmo que relativa ckko o Brasil, ninguém é obrigado a apoiar uma empresa, consumir seus produtos ou concordar com seus posicionamentos.  Mas também é preciso distinguir o direito legítimo ao boicote da perseguição, da intimidação e da tentativa de silenciar quem pensa diferente. O que chama a atenção, porém, é a dimensão que essa reação vem tomando e parece que o professor que ensinou essa técni...

A pacificação do país passa pelo STF ser apenas uma corte constitucional e não política

Foto: governo do estado de São Paulo  Dizer que as eleições passou para quem foi eleito no primeiro turno é muito cômodo e fácil até porque você era o candidato preferido do sistema.  O difícil é saber que o candidato que concorreu com o ' ganhador ' do pleito é perseguido e sete minutos depois do TSE declarar o resultado das urnas o ministro Alexandre de Moraes expediu uma ordem para que o mesmo entregasse seus passaportes. Governador, como pacificar um país em que a Justiça é parcial, persegue pessoas inocentes e prende pessoas que reclamam por liberdade, como seu próprio padrinho político, Jair Messias Bolsonaro que está preso?  Se você é hoje essa liderança no cenário político nacional o mérito não é seu, mas sim daquele que está preso injustamente sem poder opinar.  Aquele sim é a verdadeira voz da direita que calaram e você vem com essa de pacificação. "Como dizer que a eleição passou, sendo que milhares de pessoas assistem incrédulas ao advogado de Lula di...

Pavinatto chama Tarcísio de "araponga de Moraes"

Imagem Rede social  Imagina você confiar em alguém, como um grande aliado e, depois de algum tempo descobrir que essa pessoa está te traindo! É uma das maiores decepções que alguém pode experimentar: descobrir que aquela pessoa em quem você depositou confiança, a quem estendeu a mão e considerava um grande aliado, na verdade, estava jogando contra você. O pior da traição não é apenas o golpe recebido. É perceber que, enquanto você defendia aquela pessoa, confindenciou ideias e ela talvez estivesse construindo estratégias para prejudicá-lo. A traição de um inimigo não surpreende agora a traição quando parte de um "aliado" revela o quanto você estava enganado. E há uma lição que merece ser lembrada: nem todo aquele que caminha ao seu lado está caminhando na mesma direção. Alguns permanecem próximos não por lealdade, mas por conveniência. Porque o inimigo declarado nos mantém em alerta, mas o falso aliado nos faz baixar a guarda e parece que isso aconteceu com alguém muito ...

CIA e a operação de retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil: O drible na imprensa, na Abin e na PF

A retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de inteligência da Argentina. A operação foi colocada em prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir, culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato. No início da noite de segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em comboio. Os jornalistas que estavam em frente passaram a segui-los. No primeiro carro, só visualizaram uma pessoa: o motorista. O segundo, levava apenas uma mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro". O terceiro e o quarto carro estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros. Os jornalistas passaram a seguir esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era pra despistar os jornalistas. Em um entroncamento, o comboio se dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os...

O título rasgado e a confiança perdida

Imagem ilustrativa Pessoas indignadas com o sistema político/eleitoral estão queimando ou rasgando seus títulos de eleitores em sinal de protesto.  Esse gesto de rasgar ou queimar o título de eleitor pode ser interpretado como uma manifestação de indignação, descrença e protesto contra o sistema político e eleitoral brasileiro. Mas ele também levanta uma questão importante: quando o cidadão perde a confiança nas instituições, qual é o caminho para demonstrar sua insatisfação e buscar mudanças? O título de eleitor representa mais do que um documento. Ele simboliza a participação do cidadão na escolha de seus representantes. Destruí-lo pode expressar revolta, mas não altera, por si só, as regras do sistema nem afasta os governantes do poder. O cidadão passa anos ouvindo que seu voto é sua maior arma . Será mesmo? Mas, quando se sente decepcionado com os políticos e descrente das instituições, alguns chegam ao ponto de destruir o próprio título eleitoral. É um gesto de revolta. É a ex...

DEMOCRACIA: O PODER É DO POVO!

Margaret Thatcher Democracia não é apenas votar de quatro em quatro anos. É ter liberdade para pensar, falar, questionar e escolher sem medo de perseguição. No Brasil, temos eleições a cada dois anos para cargos eletivos para presidente, governadores, senadores, deputados  federais e estaduais. A outra eleição é para escolher os prefeitos e vereadores em todo o Brasil.  É entender que nenhum governante está acima da lei, nenhum juiz é dono da Constituição e nenhum Poder da República é superior ao povo que lhe confiou autoridade. Democracia não é fazer o que se quer, mas respeitar as leis e os direitos de todos. Quando a liberdade é sufocada, a Constituição é desrespeitada e o poder se torna instrumento de intimidação, a democracia começa a perder sua essência. Porque, no fim das contas, o poder emana do povo — e não existe democracia verdadeira quando o cidadão tem medo de exercer a própria liberdade. "O  papel da democracia não é assegurar que os melhores cheguem ao pod...