Imagem ilustrativa A promiscuidade entre o banco Master e figuras do governo e, principalmente, do Poder Judiciário isso é assustador. E, mesmo diante de tantas evidências, mesmo diante de provas, autoridades da mais alta côrte do país continuam vivendo normalmente como se nada tivesse acontecido. Apenas alguns permanecem daqueles que desembolsaram bilhões para "comprar a proteção do sistema" estão presos. Isso não é justiça! O caso do Banco Master levanta questionamentos que não podem ser ignorados: quem são os envolvidos? Quem tinha conhecimento dos fatos? Quem se beneficiou? E, principalmente, por que alguns permanecem presos enquanto outros parecem continuar distantes das consequências? Em uma República que se diz ou pretende democrática, ninguém pode estar acima da lei. Não importa o cargo, o sobrenome, a influência política ou a posição ocupada no Judiciário. E aqui está o ponto central: a Justiça não pode ser rigorosa com os pequenos e complacente com os poderosos...
Serras de Minas
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