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Mostrando postagens de 2026

Memórias: "A verdade de um revolucionário"

Arquivo web  "Ponha-se na presidência qualquer  medíocre, louco ou semi-analfabetos e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem de que tudo quanto faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em sábio, um louco em gênio equilibrado, um primário em estadista. Um homem nessa posição, empunhando nas mãos as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se em um monstro perigoso. Enquanto esse monstro é dirigido e explorado apenas pela lisonja, bajulado pela côrte, Nação sofre prejuízos de monta, é verdade, mas apenas,  danos materiais em sua maioria e morais alguns. Quando, porém, sua roda é formada ou dominada por um bando refece de demônios, nesse momento a Nação corre os mais sérios perigos" Mourão Filho, Memórias: a Verdade de um Revolucionário, 1978, p. 16.  O general morreu em 1972, portanto não c...

No Brasil parece que o tempo não passa e a história é sempre a mesma

Imagem web Uma vez os índios xavantes colocaram o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em uma roda de dança, quando perguntaram para o mesmo qual era o significado ele disse que era a dança dos guerreiros, mas o líder Arimateia Xavante, disse que na verdade aquela era a " dança da cura ". O que dá para supor que o governo está doente. Toda a encenação, segundo os índios era para chamar a atenção da sociedade pelas ações da Polícia Federal, de matar e desrespeitar os índios, segundo as lideranças indígenas.  Agora imagina se por causa de promessas não cumpridas e desrespeito ao povo se resolvesse colocar os ministros para dançar. Brasília ia se tornar um verdadeiro salão de dança e os brasileiros regentes da orquestra. Enquanto Brasília se tornaria o único lugar onde o povo é dono do grande salão de baile, mas ao mesmo tempo estaríamos num grande circo chamado Brasil.  Estou aqui imaginando, se os índios estavam dançando para curar doenças, seria interessante, do jeito q...

Alexandre de Moraes: De “defensor da democracia” a “ditador de toga”

Foto: STF  É curioso como a política brasileira consegue transformar heróis em vilões sem sequer trocar a roupa. Ontem, Alexandre de Moraes era apresentado por muitos como um dos grandes defensores da democracia brasileira. Hoje, seus adversários o chamam de “ ditador de toga ” e, muitas vezes com razão pelo comportamento e decisões que o mesmo tomou afrontando a própria Constituição Federal. A toga é a mesma. O Supremo é o mesmo. O homem é o mesmo. Então, o que mudou? Talvez alguns venham a dizer que tenha mudado a maneira como cada brasileiro passou a enxergar o poder, mas pelos últimos acontecimentos e provas descobertas contra o próprio ministro não tem como contextá-las. Para uns, Moraes representa a própria resistência das instituições contra ataques à democracia. Para outros, suas decisões ultrapassaram limites que deveriam existir justamente para proteger essas instituições. E aí mora o problema. Porque democracia não pode funcionar como aquelas placas de trânsito que só va...

Vergonha reconhecida é o começo da mudança.

Em 15 de setembro, uma ministra do STF afirmou estar “ envergonhada ”, e pediu desculpas. Estou envergonhada. E isso basta? Confesso que a frase me chamou atenção. “Estou envergonhada” disse. Não foi dita numa mesa de bar, numa roda de amigos ou numa conversa de corredor. Foi pronunciada no plenário do Supremo Tribunal Federal, pela ministra Cármen Lúcia, diante de uma crise que ela própria reconheceu estar produzindo um “ mal-estar cívico ” entre os brasileiros. E talvez essa seja uma das frases mais importantes ditas recentemente dentro daquela Corte que já foi uma das instituições mais respeitada juntamente com o Exército Brasileiro. Mas fica uma pergunta que o cidadão comum não consegue evitar: Estar envergonhada basta? Porque o brasileiro conhece bem essa história. Quando alguma coisa dá errado, alguém pede desculpas. Quando a conta chega, alguém lamenta. Quando a situação fica insustentável, aparece uma palavra bonita: “constrangimento”. Mas, e depois? Depois a vida continua. E a...

Ao plantar significa que pretendemos colher daquilo que plantamos?

Arquivo pessoal  Nem sempre! Hoje resolvi colher o que plantei há algum tempo. Plantar é um ato de fé: quem planta, de alguma maneira, acredita na colheita, por isso é tão importante a semente que escolhemos para ser semeada. A frase também pode ganhar um sentido espiritual e existencial muito bonito: Ao plantar, declaramos que esperamos colher. Toda semente carrega uma expectativa de futuro. Quem planta maldade, ódio, raiva, desamor você acha que a pessoa que faz isso que colher o que ela plantou? Acredito que não! Quem planta amor espera encontrar amor; quem planta bondade espera frutos de bondade; quem planta fé acredita que, no tempo certo, Deus fará nascer aquilo que hoje ainda está escondido debaixo da terra a qual esperamos que germine. Na Bíblia, essa ideia aparece com força em Gálatas 6:7: “ Tudo o que o homem semear, isso também colherá .” Uma árvore boa produz bons frutos porque as ações de uma pessoa refletem o seu caráter verdadeiro.  As atitudes revelam quem a pe...

Quando os bois resolveram enfrentar a autoridade

Arquivo pessoal Há imagens que parecem inventadas. Essa não é. Em Goiás, alguns bois decidiram que já era hora de deixar o pasto e conhecer de perto uma instituição que, teoricamente, representa a autoridade e essa é a Polícia Militar do Estado. E não foram para fazer uma visita de cortesia. Foram para o confronto. Avançaram contra as viaturas, enfrentaram a movimentação dos policiais e chegaram até a estrutura da corporação na tentativa de invasão do quartel. Foi então que surgiu uma pergunta inevitável: O que acontece quando alguém — ou algum boi — perde o medo da autoridade? Calma. Não estou chamando ninguém de boi. Estou falando dos bois. Mas é difícil olhar para aquela cena sem enxergar uma metáfora do Brasil. Durante muito tempo, fomos ensinados que bastava mostrar a farda, a autoridade, o cargo ou o poder para que todos obedecessem. Os bois, aparentemente, não receberam esse comunicado. Eles olharam para as viaturas e disseram, em sua linguagem bovina: “Daqui vocês não passam.” ...

Eu não me envolvo em política… mas a política se envolve comigo

Eu não me envolvo em política.  Quantas vezes já ouvimos essa frase? Porque ela é mais comum do que podemos imaginar.  Ela geralmente vem acompanhada de um certo ar de tranquilidade, como quem diz: “ Isso não é problema meu. Não quero saber de briga, de partido, de político, de eleição… de nada ” Tudo bem. Ninguém é obrigado a virar militante, cabo eleitoral ou especialista em Brasília. Mas existe um pequeno detalhe que muita gente esquece: você pode não se envolver com a política, mas a política se envolve com você. E muito! Ela entra na sua casa sem pedir licença.  Entra no supermercado, quando você percebe que o dinheiro compra cada vez menos. A política entra no seu contracheque, quando chegam os impostos.  Entra no hospital, quando você precisa de atendimento médico. Entra na escola dos seus filhos. E ntra na estrada por onde você viaja, muitas vezes em péssimas condições mesmo você dizendo que não se envolve. Porque para a estrada ser construída e conserva...

Países desenvolvidos onde o voto não é obrigatório

As eleições desse ano - além de ser uma das mais importantes - com certeza também vai ser um pouco mais demorada pela quantidade de vezes que o eleitor vai ter que digitar na urna eletrônica. Esse ano (2026), serão seis votos, porque haverá duas escolhas para o Senado, enquanto em 2022, foram cinco. A votação de 2026 tende a exigir mais tempo e atenção porque o eleitor terá de realizar uma etapa adicional de votos na urna eletrônica serão seis escolhas, e não cinco. E ainda há um efeito prático: depois de cada voto, o eleitor precisa conferir a tela e confirmar e isso vai causar muita dificuldade para os analfabetos e semianalfabetos que infelizmente não tem muita afinidade com tecnologias. Para quem estiver indeciso é bom, consultar a “colinha”, corrigir um número ou simplesmente conferir o candidato, esses segundos adicionais se acumulam e o tempo não espera. É mais uma rodada de votação e isso com certeza em algum momento vai gerar filas nos locais, principalmente onde as zonas ...

Homens que têm valor e não preço

 'Eu vou matar essa bola no peito e sair jogando, fiquem tranquilos porque não acabou, a coisa está só começando e o final será glorioso.'   General Augusto Heleno      Deus, pátria, família e liberdade! 🇧🇷🇺🇸

Radar de velocidade média será testado em quatro rodovias de Minas

Imagem ilustrativa  Motoristas que trafegarem por quatro rodovias federais de Minas Gerais poderão encontrar uma nova forma de fiscalização durante os próximos 180 dias.  A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou testes com radares capazes de calcular a velocidade média dos veículos entre dois pontos da estrada. Durante o período de testes, não haverá aplicação de multas aos condutores identificados acima da velocidade permitida. A avaliação servirá para verificar a precisão dos dados, o funcionamento dos equipamentos e o comportamento dos motoristas. A tecnologia pretende evitar o chamado “efeito canguru”, situação em que o motorista reduz a velocidade apenas ao passar por um radar e volta a acelerar logo depois. Em Minas, os equipamentos serão testados em trechos das BRs 050, 381, 040 e 116. Os locais foram definidos em autorizações publicadas no Diário Oficial da União. Na BR-050, o teste ocorrerá entre os km 171,27 e 182,10, no sentido Sul. Na BR-381, o...

Lula continua confundindo o nome da primeira-dama, Janja da Silva, com sua ex-esposa

Fotomontagem/Metrópoles  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a confundir o nome da primeira-dama, Janja da Silva, com o da ex-esposa, Marisa Letícia (1950-2017). A gafe aconteceu durante discurso em comício em Guarulhos, na Grande São Paulo, na sexta-feira (18). Na ocasião, Lula prometeu acabar com as bets, caso reeleito, e falou que o futebol não precisa do investimento de casas de apostas para vencer. Na sequência da declaração, Janja cochichou algo no ouvido do presidente. Lula já confundiu Janja e Marisa antes Essa não é a primeira vez que Lula troca os nomes de Marisa e Janja. Marisa Letícia foi casada com o petista durante 40 anos. Ela o acompanhou desde o início da carreira sindical até o fim do segundo mandato na Presidência. A ex-primeira-dama faleceu em 2017, em decorrência de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Lula  casou com Janja em 2022. Fonte: Poder 360

"Eu não conheço essa moça. Nunca vi essa moça na minha vida..."

Recentemente, durante sabatina na Rede Globo, Lula mentiu dizendo que não a conhecia. “Eu não conheço essa moça. Nunca vi essa moça na minha vida. Nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim”, disse Lula. Ele ainda chamou a lobista de “pilantra” na entrevista. A mentira foi rapidamente desmascarada, porém agora novos fatos vem à tona deixando a situação ainda mais grave. Mensagens de WhatsApp da lobista Roberta Luchsinger mostram que ela usava voos da Força Aérea Brasileira (FAB); frequentava a sala de Lula no Palácio do Planalto; e foi pelo menos uma vez à residência do mandatário. No dia 24 de março de 2023, Roberta Luchsinger mandou uma mensagem para a mãe informando que foi de “aero lula” para Brasília. “Fomos de aero lula para Brasília rsrs”, diz Roberta Luchsinger para a mãe em 24 de março de 2023. “Ah, meu Deus, o que que é isso, aero lula? É o avião do Lula?”, responde a mãe num áudio. “Avião do Lula kkkkk”, confirma Luchsinger na mensagem seguinte. A lobista...

Quando você cria um monstro, o que pode esperar dele?

Imagem gerada por IA Há uma pergunta que deveria ser feita antes de qualquer decisão política: o que poderá acontecer amanhã com o poder que estamos entregando hoje? Porque monstros não costumam nascer monstros. Às vezes começam pequenos.  Quase inofensivos. São criados com uma justificativa aparentemente razoável:  ● combater um problema, proteger uma instituição, defender a democracia, garantir a ordem, enfrentar um adversário e STF foi criado exatamente para defender as leis e zelar pela constituição. E, enquanto tudo parece conveniente, poucos se preocupam com o tamanho que aquele poder poderá alcançar. O Supremo Tribunal Federal foi se tornando cada vez mais poderoso ao ponto dele próprio rasgar a constituição que deveria defender por meio de alguns de seus membros.  O problema começa quando aquilo que foi criado para enfrentar uma ameaça passa a ter força suficiente para definir quem é a ameaça. E foi exatamente isso que o STF fez. Para o STF a direita brasileira er...

Vazio político e Vazio da alma. Você já pensou nisso?

Escultura (Melancolia) do artista romeno Albert György Hoje vamos falar sobre dois vazios - um político e outro espiritual traçando um paralelo muito forte entre eles. U m assunto pouco debatido e explorado, talvez poucos tenham interesse por que vai tratar de algo vazio e é aí que o assunto fica interessante.  Em ambos os casos, quando falta um princípio que dê direção, alguém ou alguma coisa acaba ocupando esse espaço que se encontra vago. Tente colocar um saco vazio em pé. Você não irá conseguir.  Primeiro vamos explorar o vazio político. Esse é um tipo de vazio que não aparece nos filmes, nas fotos estampadas nos jornais e  revistas que circulam. É o vazio do ser humano que ninguém vê e não tem como ser mostrado. Que não se mede por pesquisas, discursos ou números. É o vazio que nasce quando uma sociedade perde suas referências - quando uma pessoa perde o sentido de sua própria existência. Esse vazio político, ele surge quando a política deixa de ser compreendida como...

Quando uma ministra do STF diz: "eu estou envergonhada"!

Imagem/STF  Na sessão plenária do STF dia 15 (terça-feira) foi um dia histórico e justamente no contraste entre a grandeza da instituição e a palavra inesperada de quem dela faz parte.  Há frases que passam. “com profunda tristeza e consternação” E há aquelas que, quando pronunciadas dentro de uma instituição como o Supremo Tribunal Federal, parecem ganhar um peso ainda maior e a frase da ministra vai entrar para a história do STF. E aconteceu, no plenário do STF, uma palavra chamou atenção. Não veio de um jornalista, de um cidadão indignado ou de um adversário político. Veio de dentro da própria Corte. A ministra Cármen Lúcia disse estar triste e envergonhada. Pare por um instante e pense nisso. Não é pouca coisa. O Supremo é uma das instituições mais importantes da República. É ali que se espera encontrar equilíbrio, serenidade, segurança jurídica e, sobretudo, a sensação de que as instituições estão funcionando acima das disputas e dos interesses momentâneos. Por iss...