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31 de março de 2017

Pelos céus do Brasil

RECIFE, PE Imagem: Arquivo pessoal

Voar, voar, subir, subir.  Já dizia uma velha canção interpretada pelo cantor Biafra, que fez muito sucesso. A lembrança foi apenas para a introdução do texto pra falar o que acontece quando entramos em uma aeronave. Planejando ou não nossas viagens é hora de deslocarmos para o aeroporto, enfrentamos uma seria de etapas burocráticas.

Não é igual viajar de ônibus que podemos chegar correndo e ir logo embarcando, mesmo que o dito cujo já esteja manobrando para partida o check in na rodoviária e muito rápido, isso quando tem. Enquanto isso... No aeroporto, para alcançarmos a porta de entrada do avião é colocada uma escada, procuramos nossas poltronas e nos acomodamos. 

Conforme o tempo passa, isto é, se o voo não estiver atrasado temos tempo para ver a retirada da escada, aí começa as instruções: “Senhores passageiros, no caso de despressurização, mascaras de oxigênio cairão do teto; no caso pouso forçado na água os bancos flutuarão e por aí vai...”.

Diante de tudo isso ouvia de uma pessoa próxima da família que fez a seguinte observação:  não seria melhor dizer tudo isso antes  da gente embarcar?  Mas não, eles deixam pra dizer tudo isso depois que as poetas foram trancadas, a escada já foi retirada.

Tudo isso é dito depois que a escada foi retira e a porta emeticamente fechada.  Não tem como você escapar, e outra coisa, tudo isso não pode ser gravado de jeito nenhum, ousa gravar, mesmo que discretamente, logo alguém da tripulação  aparece e manda parar tudo, enquanto você não desligar a câmera as instruções ficam suspensas.  Pouso forçado na água... Tem cada uma... Não tentem gravar, eles não deixam, não havendo outro jeito, como as imagens é um do meu hobby achei que não devia deixar passar.  Assista aqui!
(a ) J Araújo

16 de outubro de 2015

>Carga transportada de maneira irresponsável

Imagem: Arquivo pessoal
Que levante as mãos que algum dia nunca deparou com um desses rodando por aí sem se preocupar se é perigosa ou não a carga transportada por eles? Acontece que na ânsia de transportar de uma vez acaba extrapolando a capacidade de carga do veículo impróprio para esse tipo de carga. Com isso, o veículo se transforma em uma verdadeira arapuca ambulante e sai por derrubando esses enormes sacos por onde passa.

Diante das dificuldades que passa a economia a população brasileira de menor poder aquisitivo é a que mais sofre diante do desemprego que assola todas as regiões do País, principalmente aqueles subempregados, que dependem, antes de tudo, da retirada do sustento no dia a dia, e acaba e com isso, muitas vezes, colocando em risco a vida de outras pessoas com suas atitudes irresponsáveis. Suas necessidades por mais prementes que sejam não as isentas de suas responsabilidades diante dos demais cidadãos.

Uma carga transportada nessas condições de maneira irresponsáveis transitando pelas ruas movimentadas dos grandes centros urbanos acaba colocando em risco a integridade física de outras pessoas podendo acarretar em graves acidentes. Quero com isso alertar nossas autoridades, não somente de Campinas, SP responsáveis pela fiscalização do trânsito ficar mais atentas a essas irregularidades praticadas constantemente nas ruas e avenidas.

Também, devemos reconhecer, é de suma importância o serviço prestado por esses trabalhadores incansáveis que recolhem os lixos recicláveis, evitando que toneladas desses, materiais que poderiam estar sendo descartados irregularmente nas ruas e posteriormente indo pararem nos rios e lagos causando ainda mais poluição ao meio ambiente. Dessa maneira estão sendo utilizados para sustentar muita gente. Está dado o recado! 
Imagem: Arquivo pessoal

25 de setembro de 2015

>Governo do estado de São Paulo, engaveta projeto do trem bandeirante



Em meio a várias notícias, uma me chamou atenção. A manchete do jornal dizia mais ou menos assim: "Governo do estado de São Paulo, engaveta projeto do trem bandeirante”. O Bandeirante é um dos 32 projetos de infraestrutura descartados pelo governo paulista, que decidiu, no entanto, manter estudos para a implantação do trem intercidades previsto para ligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos.

Mas esses destaques com certeza será dado com mais ênfase em ano eleitoral. O Ministério dos Transportes lembra, em 2008, o governo federal havia decido implantar o trem de alta velocidade (TAV), também conhecido como trem-bala, que ligaria os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, também contemplaria o ramal Campinas à capital paulista, ligando os aeroportos do Galeão (Rio), Cumbica (São Paulo) e Viracopos (Campinas).

No final o trem não veio, mas, as balas e as bombas vieram e continua vindo de todos os lados. O governo fazia uma previsão de entregar parte da obra para a Copa do Mundo de 2014 que ocorreu no Brasil. A obra não saiu do papel e o Brasil perdeu de 7 X 1 para a Alemanha, o maior vexame da história da Seleção Brasileira de futebol.

Só mesmo no Brasil onde boa parte do povo ainda acredita em promessas, só pode ser. Isso ocorreu no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, que tantas vezes falou do assunto na mídia falada e escrita. Hoje o governo da presidente está desmoralizado, sem a confiança da grande maioria, mesmo daqueles que votaram nela.
(a) J Araújo

27 de setembro de 2014

>Preços abusivos praticados pelas concessionárias que operam os pedágios nas rodovias paulistas

Durante o mês de setembro em minhas férias viajei por duas regiões do país, Sul e Sudeste.  Algumas coisas me chamaram a atenção e uma delas foi a qualidade das rodovias.  Em um primeiro momento, viajei para o Estado de Minas Gerais, pela BR-381, Rodovia Fernão Dias, gastei de pedágio em quatro praças, em um trecho de mais de 300 quilômetros a bagatela de R$ 6,00. De Campinas a Bragança Paulista, para percorrer 60 quilômetros desembolsei R$ 12,70 até chegar na referida rodovia. 

No outro de São Paulo a Curitiba, em um percurso com mais de 400 quilômetros pela Rodovia Regis Bittencourt pagamos R$ 10,80. Enquanto para percorrer um trecho de 90 de quilômetros entre São Paulo a Campinas, desembolsamos R$ 15,50. Por aí vemos a desproporcionalidade e os preços abusivos praticados pelas concessionárias que operam os pedágios nas rodovias paulistas. Compare os preços nas rodovias de todos Brasil antes de pegar a estrada.

Sabemos que as rodovias do estado são de boa qualidade, porém, para quem conhece as rodovias de outras regiões também estão em perfeitas condições e são praticados preços justos.  Fica minha indignação solitária com referencia aos preços dos pedágios praticados pelas concessionárias no Estado de São Paulo, que acabam nos cerceando o direito de ir e vir com nosso automóvel pelo qual já pagamos um dos IPVAs (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) do país.

Entra governo e sai governo e tudo continua do mesmo jeito. As eleições estão se aproximando, corre na ALESP (Assembleia Legislativa de São Paulo), uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as tarifas de pedágios praticadas no Estado. Sabemos que no final tudo acaba do mesmo jeito, ou seja, em pizza.

(a) J Araújo

22 de julho de 2014

>Como sempre acontece, pagamos a conta

A CCR, conglomerado de concessionárias que administra o Sistema Anhanguera/Bandeirantes através da AutoBan, conseguiu mais um aumento no preço do pedágio, por meio de uma liminar concedida pela justiça, além daquele que entrou em vigor no último dia 1 de julho. A Artesp, (Agencia Reguladora do Transporte) no Estado de São Paulo, havia autorizado reajuste de 5,38% na tarifa, mas a concessionária não concordou e obteve na justiça liminar favorável que eleva o preço na tarifa em todos os trechos sobre sua concessão.

Como sempre acontece nesse país chamado Brasil, quem paga a o pato, quer dizer a conta, é sempre o povo. Se já não bastasse o aumento a partir do dia 1, agora é justiça que dá mais uma enfiada de mão no nosso bolso concedendo uma liminar em favor da AutoBan. Ufa! Já pagamos tantos impostos e taxas. E temos tão pouco de volta. Pra justificar, vão dizer que o Sistema Anhanguera Bandeirantes é uma das melhores rodovias do pais.

A Rodovia dos Bandeirantes, com certeza, é uma das melhores rodovias do país,disso ninguém tem dúvidas, mas, o valor de aproximadamente R$ 31,20  desembolsado, principalmente, no trecho entre Campinas e São Paulo, que é de 90 kms é muito caro. Na verdade, no Estado de São Paulo, somos cercados de pedágios por todos os lados. Existe uma CPI, (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos pedágios na Assembleia Legislativa do Estado, que no final vai dar em nada. Enquanto isso, as concessionárias de rodovias tem a galinha dos ovos de ouro.
(a) J Araújo

11 de maio de 2014

>Trem bala entra em operação sem propaganda do governo

Imagem: Arquivo pessoal
O tempo passa rápido demais, às vezes nem percebemos. Parece que foi ontem que o povo brasileiro foi às urnas para eleger a primeira mulher para governar o Brasil, e escolheram Dilma Rousseff, a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma das muitas promessas feitas foi construir o TAV, trem de alta velocidade, também conhecido como trem bala. Foi uma das muitas promessas de campanha não cumpridas. O tempo passou e o trem não foi construído, também não perdemos grandes coisas, seria mais ou menos igual à copa do mundo, um saco sem fundo. Mesmo dizendo que não seria o governo que iria gerir a operação nem mesmo o projeto de execução, com certeza, muito dinheiro ia sair dos cofres públicos.

Estamos mais uma vez em ano eleitoral mais uma vez. O governo colocou em operação o trem bala sem nenhum alarde. Novas promessas irão surgir para tentar enganar mais uma vez o povo, e conseguirão. Em ano eleitoral todos os problemas tem solução nas mãos dos nossos políticos. Para isso, não medem esforços para chegar até o eleitor. Gastam solas e mais solas de sapatos à caça de votos. Mas voltando ao assunto do trem bala, achei a ideia do governo de abandonar a proposta muito boa. Afinal de contas, o preço da passagem que estava sendo projetada de Campinas, SP, de onde o famoso trem ia partir estava fora da realidade.

Ao invés de trem bala, que tal o governo pensar nos trens regionais de passageiros, modernizando a malha ferroviária existentes. Milhares de quilômetros trilhos e estações estão abandonados podendo ser utilizados com investimentos do próprio governo. Isso tiraria milhares de veículos das rodovias melhorando o meio ambiente. Vamos pensar nisso!
(a) J Aráujo

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