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| Imagem ilustrativa |
Em vez de água, surgiu do solo um líquido escuro, viscoso e com cheiro forte, muito parecido com petróleo. O material apareceu a cerca de 30 metros de profundidade em uma das tentativas e 40 metros em outra. Amostras foram recolhidas e enviadas para análise por pesquisadores do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e de outras instituições.
Os primeiros testes indicaram que o líquido é formado por hidrocarbonetos, substâncias que possuem características semelhantes às do petróleo encontrado em regiões próximas, como a área da Bacia Potiguar.
Mesmo assim, os especialistas explicam que a descoberta ainda não significa que exista uma jazida de petróleo explorável no local. A confirmação depende de estudos geológicos mais detalhados e da avaliação da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Outro ponto importante é que, pela lei brasileira, recursos minerais encontrados no subsolo pertencem à União, não ao proprietário do terreno onde foi encontrado. Portanto, mesmo que o petróleo seja confirmado, a exploração só poderia ocorrer com autorização do governo e por meio de concessões para empresas do setor petrolífero.

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