Enquanto o Brasil amarga cortes na saúde e um rombo fiscal bilionário, a “comitiva do luxo” de Lula gasta R$ 52 mil por hora em Seul. 
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O vexame diplomático que envolveu gritos em português, roupas comparadas a “capas de botijão” e uma expulsão sem precedentes no Palácio Casa Azul.
O que deveria ser uma viagem de “fortalecimento de laços” transformou-se no maior constrangimento diplomático da história recente do Brasil.Em solo sul-coreano, a primeira-dama Rosângela Silva, a Janja, conseguiu o que parecia impossível: tirar a paciência da polida e tradicional realeza republicana da Coreia do Sul.
O episódio, que já circula nos bastidores de Brasília como o “Barraco de Seul”, culminou com a retirada da primeira-dama de um banquete oficial após uma sucessão de gafes e demonstrações de autoritarismo.
A primeira flechada na diplomacia começou antes mesmo do jantar. Janja surgiu vestida em um hanbok tradicional coreano, mas a escolha foi duramente criticada por especialistas em protocolo e pela internet.
Enquanto a primeira-dama sul-coreana, Kim Keon-hee - carinhosamente chamada de “Imperatriz” pela sua elegância e rigor - mantinha a discrição, Janja foi comparada a um “botijão de gás que ganhou vida” e a um “abajur da 25 de Março”.
O contraste foi gritante. Lula, por sua vez, apareceu de terno e chapéu dos anos 30, sendo apelidado de “Don Corleone do INSS”. O que a esquerda prega como intercâmbio cultural foi recebido em Seul como um “cosplay geopolítico” caro e de mau gosto, custando aos cofres públicos uma fatia dos R$ 1,4 bilhão gastos no cartão corporativo.
O clímax do desastre ocorreu durante o jantar oficial na Casa Azul. Na cultura sul-coreana, o respeito à hierarquia e ao anfitrião é sagrado: ninguém começa a comer antes do líder da casa.
Gafe da Fome: Janja contra a Tradição Milenar do Sul
Ignorando os protocolos que sua vasta equipe de assessores deveria ter ensinado, Janja começou a se servir antes do presidente sul-coreano e de sua esposa.
Ao ser alertada educadamente por um funcionário da equipe coreana sobre a etiqueta local, o inesperado aconteceu. Em vez de se desculpar, Janja teria subido o tom de voz. Em português, exigiu que traduzissem sua indignação: “Você sabe quem eu sou? Eu sou a primeira-dama do Brasil, sou a convidada de honra!”.
O barraco em plena mesa oficial chocou os presentes. A reação da “Imperatriz” Kim Keon-hee foi imediata: diante do desrespeito à sua equipe e à cultura de seu país, Janja foi convidada a se retirar da mesa principal.
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