Delegado da Polícia Federal e ex-secretário de esportes são presos por envolvidos com o 'Comando Vermelho
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| Fabrízio Romano, Alessandro Pitombeira |
A prisão do delegado da Polícia Federal Fabrizio José Romano e do ex-secretário de Esportes do Rio de Janeiro Alessandro Pitombeira Carracena ocorreu na segunda-feira (9) de março, durante uma investigação da Polícia Federal sobre relações entre agentes públicos e a facção criminosa Comando Vermelho.
A operação que levou às prisões foi chamada Operação Anomalia e s investigações começaram a partir de apurações sobre um grupo que atuaria vendendo influência dentro do Estado para beneficiar traficantes ligados ao Comando Vermelho.
O foco inicial era um esquema associado ao ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos, apontado como traficante internacional de drogas e ligado à facção criminosa.
Segundo a PolíciaFederal, havia um núcleo formado por agentes públicos, advogados e intermediários que negociavam vantagens ilegais com integrantes da facção Comando Vermelho.
A Operação Anomalia que a Polícia Federal deflagrou no Rio de Janeiro com mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Foram cumpridos:
4 mandados de prisão preventiva
3 mandados de busca e apreensão medidas cautelares como afastamento de funções públicas.
As acusações contra o delegado Fabrizio Romao de acordo com a investigação, o mesmo teria vazado informações sigilosas de operações policiais usando sua posição para interferir em investigações e proteger interesses do crime organizado.
Com isso receberia vantagens financeiras em troca de influência dentro da Polícia Federal. As autoridades afirmam que o delegado atuava como facilitador para membros do Comando Vermelho, oferecendo acesso a dados internos e favorecimento institucional.
Já o papel de Alessandro Pitombeira Carracena, o ex-secretário estadual de Esportes teria atuado como intermediário político e institucional entre integrantes do crime organizado e agentes públicos.
Segundo a Polícia Federal ele negociava vantagens e pagamentos para obter benefícios para o grupo criminoso; teria recebido mais de R$ 90 mil provenientes do Comando Vermelho.
Carracena já havia sido preso anteriormente em investigações ligadas ao mesmo caso envolvendo.

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