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16 de junho de 2017

Assassinando a língua pátria

Tem se a mania de falar que a escola pública está falida e, para aprender tem que estudar em escola particular. Mas o tema aqui não é  o ensino da escola pública ou privada.

Quero falar aqui  o que  estão fazendo com a língua portuguesa, a língua pátria. Li em um blog onde uma pessoa reclamava de quem escreve errado, cometendo e que ela não se conformava com tal situação. Também acho um absurdo e vou mais além, estão cometendo  um verdadeiro 'assassinato' gramatical.

Também vamos esperar o que! A maioria dos estudantes, de hoje, usa a linguagem da internet para escrever qualquer tipo de texto, não dando a mínima importância para as regras gramaticais. O idioma é o "internetês", e acredito que podemos chamar assim.

O mundo virtual criou "tribos" e uma linguagem própria onde cada um escreve como bem entendem, e aqueles que conhecem somente a língua culta fica fora dessas tribos, eu disse língua culta.

Para quem não sabe, língua culta quer dizer: - “Conjunto dos conhecimentos adquiridos; a instrução, o saber sobre vários assuntos mesmo não relacionados, isso é cultura”.

Como podemos ver cultura não quer dizer educação, você pode ter cultura e não ser educado. O contrário também é válido.

Em um país onde o que importa é passar de ano não podemos esperar muito dos nossos futuros profissionais, isso já estamos presenciado na atualidade, diante desse quadro vamos esperar o que!

Uma educação de qualidade se faz valorizando os professores, porém, não podemos esquecer que a verdadeira educação começa dentro das nossas casas.

Os mais velhos sempre diziam e continua valendo, “educação vem de berço”, não é ensinada nas escolas, a sala de aula é lugar de adquirir conhecimento.

Nesse país onde a sala de aula está mais barulhenta do que parque de diversão seria bom que aqueles que estão ali e não quer estudar deixar o lugar para os verdadeiros estudantes.

É só olhar o passado e ver quantos nomes importantes da nossa história que estudou em escola pública e contribuiu com muito com o desenvolvimento do país em que vivemos hoje.

Como exemplo conheço o colégio "Culto a Ciência", na cidade de Campinas, SP, onde estudou o 'pai da aviação', Alberto Santos Dumont e tantos outros nomes famosos que passaram por aquela escola pública. A língua pátria precisa ser respeitada, não quero ser pessimista, mas em um país onde se mata tantas pessoas assassinarem a língua é o de menos.
(a) J Araújo

9 de junho de 2017

Presidente da República tenta se explicar e complica ainda mais

                                                  Ueslei Marcelino/Reuters


O Brasil está passando por uma grave crise política e econômica. A maioria dos homens que governam o país está cada vez mais envolvida em algum tipo de envolvimento, alguns, mesmo que legal perante a lei não é legal no sentido moral.

A esperança do povo brasileiro está cada dia se esvaindo. Quando são confrontados com as provas que os incriminam sempre encontra uma maneira de tentar explicar o inexplicável.

A autoridade máxima do país, o Presidente da República em exercício, Michel Temer, tentou explicar as viagens realizadas, com sua família, em jato particular do empresário Joesley Batista, aquele mesmo que gravou as conversas com o presidente altas horas da noite no Palácio Jaburu, residência oficial. O presidente da república, Michel Temer, tenta se explicar e ao que tudo indica se complica cada vez mais. Assim fica difícil o povo brasileiro ter confiança, se é que um dia teve.

O  presidente chegou a chamar Joesley  de "falastrão". Se conhecia o empresário e sabia que era falastrão, porque então receber o mesmo fora do horário de expediente, sem agendamento oficial, ainda por cima para uma conversa que somente amigos muito chegados ou alguém que tem algo a esconder faria. O que para um presidente da República não pega bem.


Quando perguntado disse não ter viajado no avião do empresário, mas sim em avião da FAB, (Força Aérea Brasileira) quando surgiu o documento diário de bordo onde constava o nome da família Temer, o Palácio do Planalto tentou explicar dizendo que o presidente tinha viajado mas não sabia que o avião pertencia ao empresário.

A mentira não durou muito tempo. Quando a notícia do uso do jatinho veio a tona, Temer negou mas, um dia depois, admitiu ter usado um jato particular na viagem em questão

Como é difícil acreditar nesses políticos, quando tentamos ficamos cada vez mais decepcionados. Para o brasileiro comum é difícil viajar mesmo em ônibus, imagina em aeronave particular, e olha que nem ao menos o presidente quis saber de quem era o avião. Conta outra que essa não cola!


Chegamos ao ponto de não ter em quem confiar a não ser em Deus. O resto parece que está perdido. Vamos pedir sabedoria para suportar as adversidades que estão aí e vai aparecer mais, com certeza, diante do quadro em que estamos vivendo.


(a) J Araújo

8 de junho de 2017

STF NEGA ULTIMO RECURSO DA CÂMARA CONTRA CORTES DE COMISSIONADOS

                                      Imagem: Leandro Torres/AAN Com a atual estrutura, a Câmara gasta R$ 1,8 milhão por mês para manter os 360 comissionados

                                                       O povo de Campinas, a maioria, está aplaudindo essa decisão
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia, negou na tarde desta quinta-feira último recurso movido pelo Legislativo campineiro contra a determinação de cortes na Casa. Com a decisão, a Câmara terá que demitir 250 assessores. Na quarta-feira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin já havia indeferido o mesmo pedido.
A previsão é que as exonerações aconteçam na semana que vem, já que a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) ainda não tem data para publicação no Diário Oficial do Estado, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão.
Para o desligamento, logo após divulgação do TJ, o presidente da Câmara, Rafa Zimbaldi (PP), fará uma publicação no Diário Oficial do Município informando a ação. Entre os cargos que deixam de existir estão o procurador geral da Câmara, todos os assessores de imprensa, diretor de Comunicação e Diretoria da Escola do Legislativo de Campinas (Elecamp). Serão mantidos o ouvidor, secretário-geral e mais três cargos da Mesa Diretora. Após as demissões, a Câmara vai analisar a viabilidade de concursos públicos para substituir os cargos que eram de comissionados por concursados, conforme sugere o Ministério Público.
Rafa Zimbaldi se manifestou por meio de uma nota. “Quando assumi o cargo de presidente da Câmara, em 2015, um de meus atos iniciais — aprovado por unanimidade pelos demais vereadores da Casa — foi o de extinguir 1.181 vagas existentes para servidores comissionados e, no mesmo ato, determinar que a partir de 2017 o número diminuiria mais uma vez, para 360 — sendo dez assessores por gabinete (e não os 15 que existiam até então) — e outros 30 da Mesa Diretora (…) apesar disso, no ano passado, em liminar concedida pelo Tribunal de Justiça em resposta a ação citada, foi considerado que apenas quatro cargos atendiam os critérios de constitucionalidade — algo que esta Casa não concorda — e que os demais deveriam ser exonerados.”
O Legislativo informou ainda, por meio da nota, que em muitos casos o trabalho que era exercido por um comissionado necessitará de pelo menos dois concursados para ser executado em virtude da carga horária de trabalho máxima desses últimos. “Os comissionados têm menos encargos e benefícios para o Legislativo do que os concursados, razão pela qual a substituição de um por outro não gera obrigatoriamente economias: o ideal para a Casa seria um equilíbrio entre os dois tipos de servidor”, diz Rafa.
O Ministério Público (MP) impetrou uma ação em que pediu à Justiça que reduzisse o número de assessores dos vereadores da Câmara de dez para 4. Até então a contratação dos comissionados estava amparada por uma liminar, que foi cassada na última segunda-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Ficou estipulou ainda os valores dos salários dos quatro cargos a serem pagos: três deles com valores de cerca de R$ 3 mil e o chefe de gabinete com vencimentos de R$ 12 mil mensais.
Com a atual estrutura, a Câmara gasta R$ 1,8 milhão por mês para manter os 360 comissionados. Com a nova determinação, ficarão 110 assessores. Os vereadores têm hoje R$ 57,3 mil/mês para a contratação. Com o corte, cada gabinete deverá consumir cerca de R$ 21 mil por mês. 
Por Rafaela Dias                       

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