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Mostrando postagens de janeiro, 2011

Olho de peixe, huum, como isso dói!

Teve uma época em meu tempo de policial, por algum tempo exerci a função no transito, como trabalhava muito em uma determinada rua, acabei fazendo amizade com vários comerciantes da área e dentre eles havia, como não podia deixar de ser, um português dono de uma lanchonete e padaria, que sabendo do meu problema resolveu ensinar uma receita, " portuguesa com certeza ", para a cura definitiva daquele mal. Me explicou que eu devia chegar a minha casa; lavar bem os pés, secá-los e fazer o curativo. Ah, mas pra isso precisava de ácido sulfúrico, olha só o perigo. Bom, quando terminou o expediente fui até uma farmácia próxima para adquirir o produto indicado. Pensei, vou comprar uns dez ml, afinal de contas, eu devia usar cotonetes de algodão e a quantidade podia ser mínima. Chegando à farmácia descobri que não existia o produto em frasco pequeno, somente frasco de 1 litro. Quando pedi o produto, o vendedor questionou porque estava eu comprando acido sulfúrico, os co...

Tristes lembranças

Vista de um rio cheio de lixo /Imagem google As imagens são assustadoras e mostra o que o homem faz destruindo o meio  ambiente onde  vive. Diante dessa agressão constante uma hora a conta chega por meio da força da natureza. A agressão tem um limite. Uma hora, a natureza enfurecida com tantas agressões sofridas resolve mostrar do que é capaz quando por um longo tempo é desafiada pelo homem.  A pergunta que fica é: será que as autoridades vão permitir a reconstrução de moradias nas áreas de encostas devastadas? Caso isso não seja impedido e aconteça, podemos esperar novas tragédias em um futuro não muito distante. Nossas autoridades não podem fechar os olhos para o grave problema das ocupações irregulares que ocorre não somente no Rio de Janeiro, mas em todo Brasil. Enquanto a população não se conscientizar e continuar jogando lixo na rua e ocupando os espaços urbanos de forma irregular sem planejamento, estamos fadados a ver pessoas morrendo a cada verã...

>Viagem de caboclo

Arquivo pessoal Um dia dexei minha terra uma tanto contra a vontade pra fazê o gosto do fio vim quele pra cidade. Falaro tanto de uma tal metrope disque tudo era bunito de se vê. Era tudo iluminado, até parecia o céu istrelado de tanta luz nada que se comparasse com meu campo quera puro mataréu. E eu um tanto veio e cansado pensei: vou encará mais esse disafio ... parti de mala e cuia; tranquei os resto dos trem com chave na minha tuia. Quando nóis disinbarcarmo, minha impressão já não foi la muito boa diz que nessa tal metrope se roba e se mata atoa. Apiamo numa tal rodoviara eu nem cunhicia isso é gente pra todo lado, gente inté, gente sentada, tinha inté gente deitada inté pra andá atrapaia é uma correria só, parece que ninguém trabaia. parece praga, ninguém qué andá a pé é um trombano no outo veio, criança e muié. Aqui tem cada coisa! cada uma mais istranha; fiquei abismado, tem muié com nome de peixe tem e homem com nome de bicho qui tem lá no meu serrado...

Herói anônimo

Imagem ilustrativa  Assim como todos, o homem do campo também participou ativamente do processo eleitoral e comemorou Natal e Ano Novo com toda sua simplicidade que lhe é peculiar.  Mesmo assim sabe muito bem o que quer dos nossos governantes; até por que nos dias atuais, o homem que cultiva a terra já não é mais aquele desligado do mundo como antigamente. Hoje, a tecnologia permite contato direto com o mundo nos recantos mais longínquos através de vários meios de comunicação.  Um dia fiz parte dessa classe dos pequenos produtores rurais, tínhamos nossa produção de subsistência, menos o café que era vendido a preço irrisório naquela época. Muitas vezes eos trabalhadores rurais são esquecidos e pouco valorizado.  Por tudo isso não poderia deixar de parabenizar, pequenos, médios e grandes produtores o reconhecimento; aqueles que não conhecem precisam conhecer melhor o campo para valorizar mais os produtos consumidos na cidade.  Afinal de contas, no asfalto nada se...