Imagem ilustrativa Uma gestante de Sumaré passou por uma curetagem após receber o diagnóstico de aborto espontâneo, mas descobriu, um mês depois, que o bebê continuava vivo. Agora, ela vive uma gravidez de risco. De acordo com a paciente, a equipe do Hospital Estadual de Sumaré (HES) atestou a perda do bebê sem realizar exame de ultrassom, e a curetagem teria perfurado a bolsa gestacional, deixando o feto sem líquido amniótico. A gravidez foi descoberta em junho, após uma ecografia no Hospital Municipal de Paulínia, que apontou uma gestação normal de aproximadamente seis semanas e cinco dias. No dia 12 de julho, após acordar com sangramento, ela procurou o Hospital Estadual de Sumaré. Segundo a paciente, uma médica realizou um exame de toque e constatou o aborto espontâneo. A curetagem foi realizada no mesmo dia. Um mês depois, um exame de sangue confirmou que ela continuava grávida. Um ultrassom realizado em 14 de agosto mostrou o bebê vivo, com 16 semanas, 170 gramas e frequência car...
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