O que era para ser um golpe mortal na reputação de uma das empresas mais sólidas do Brasil transformou-se no maior fenômeno de vendas da sua história. A fabricante de produtos de limpeza Ypê, que há cinco décadas constrói sua trajetória com integridade, tornou-se o centro de uma guerra política sem precedentes. Após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinar a retirada de lotes sob a alegação de “bactérias perigosas”, a reação popular não foi o medo, mas sim a indignação. Em um domingo que entrará para a história do ativismo conservador, uma multidão de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro “invadiu” (no melhor sentido da palavra) os pontos de venda e a própria fábrica, decidida a esgotar os estoques. O recado foi claro: “Entre a Ypê e a Anvisa, eu prefiro acreditar na Ypê!” A Trama: Doação de 1 Milhão e o “Vírus” da Perseguição A polêmica começou quando órgãos do governo e a militância de esquerda tentaram associar a marca a um risco sanitário. No entanto...
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