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Cidade mineira completa 38 anos sem homicídios; último caso foi em 1988

Imagem rede social 
A pequena São João da Mata, no Sul de Minas, chama a atenção por um dado raro: o município não registra homicídios há 38 anos. O último crime contra a vida ocorreu em abril de 1988 e, segundo dados do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, teve como vítima Lourdes Rodrigues.

De acordo com o registro da época, o autor do crime foi o então companheiro da vítima, identificado como Francisco Bento de Paiva, que chegou a ser julgado anos depois, em 1992. O caso, que hoje seria classificado como feminicídio, aconteceu antes mesmo da existência dessa tipificação na legislação brasileira.

Naquele período, o país ainda não contava com leis mais rigorosas para crimes dessa natureza. A tipificação do feminicídio só foi incluída no Código Penal em 2015, enquanto a Lei de Crimes Hediondos passou a vigorar em 1990, anos após o ocorrido.

Atualmente, com cerca de 3 mil habitantes, a cidade vive uma realidade considerada incomum. Grande parte da população sequer tinha nascido quando o crime aconteceu, o que faz com que o episódio seja pouco lembrado pelos moradores.

A tranquilidade é uma das principais características do município. Há relatos de que, em muitas residências, portas e veículos permanecem destrancados, reflexo do clima de confiança entre os moradores.

Fundada em 1962, São João da Mata já passou mais da metade de sua história sem registrar homicídios. Além disso, os índices de crimes contra o patrimônio também são baixos: na última década, foram contabilizados 396 casos, sendo 190 furtos e 206 roubos.

Especialistas apontam que o perfil de cidade pequena contribui diretamente para esse cenário. A convivência próxima entre os moradores, onde todos se conhecem e compartilham espaços comuns, como praças, igrejas e comércios locais, fortalece a coesão social e ajuda a reduzir os índices de criminalidade. Fonte: Portal 106,5 FM

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