O pinheiro-brasileiro (Araucaria angustifolia) está com os dias contados se a lógica de mercado no campo não mudar. Ameaçada de extinção e com projeções de perda severa de habitat até 2070, impulsionada pelo desmatamento histórico e pelas mudanças climáticas, a espécie acaba de ganhar um reforço financeiro. O Governo de São Paulo lançou o PSA Araucária, um edital de Pagamento por Serviços Ambientais desenhado para remunerar quem protege e multiplica a árvore. Como funciona a bioeconomia na prática Remuneração direta: O programa vai pagar até R$ 36 mil por produtor rural e R$ 250 mil para organizações sociais e cooperativas. O recurso é depositado como recompensa pelo compromisso de conservar árvores pré-existentes, plantar novas mudas, implantar pomares e restaurar Áreas de Preservação Permanente (APPs). O polo produtivo: O projeto-piloto está focado no município de Cunha (SP), localizado na Zona de Amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar. A cidade é estratégica:...
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