Aqui vai um relato pessoal, com um tom sincero e reflexivo: Hoje eu vivi, de novo, algo que já tinha me marcado antes.
Lembrei imediatamente da primeira vez que fui à clínica dentária para fazer a cirurgia que estava agendada. Estava ansioso, coração acelerado, aquele frio na barriga típico de quem sabe que vai passar por um procedimento delicado e toda cirurgia por menorque seja é um procedimento invasivo.
Mesmo assim, respirei fundo e fui animado, afinal de contas se tem que ser feito que seja logo. Pediram para que chegasse com meia hora de antecedência, nesse período são feitas medições da pressão arterial em intervalos de quinze minutos.
Quando mediram minha pressão, veio o susto: 16 x 9. Alta demais, fizeram uma medição, na segunda aferição, ao invés de baixar 23 x 8, naquele dia, tudo foi interrompido e o médico fez uma carta recomendando procurar um pronto socorro com urgência.
A cirurgia, que parecia tão certa, foi adiada. Claro que saí frustrado, mas entendendo que era necessário aquele adiamento era a segunda tentativa. Entrei na clínica tentando manter a calma, pensando que dessa vez daria certo. Mas, no fundo, parecia que meu corpo já sabia.
De novo, a pressão lá em cima, de novo os olhares atentos dos profissionais e de novo, a mesma decisão: adiar. Aí você pensa! Parece que tudo está dando errado.
Na hora, bate uma mistura de sentimentos difícil de explicar. Frustração, porque a gente se prepara, se organiza, enfrenta o medo — e não acontece. Mas também um certo alerta, como se o próprio corpo estivesse dizendo: “Ei, alguma coisa precisa de atenção antes de qualquer coisa.”
Dessa vez, saí diferente. Não só frustrado, mas mais consciente. Não dá mais pra ignorar. Não é só sobre a cirurgia — é sobre cuidar de mim, da minha saúde, do que está por trás dessa pressão tão alta.
Talvez o adiamento não seja apenas um atraso… mas um aviso.
Na hora, bate uma mistura de sentimentos difícil de explicar. Frustração, porque a gente se prepara, se organiza, enfrenta o medo — e não acontece. Mas também um certo alerta, como se o próprio corpo estivesse dizendo: “Ei, alguma coisa precisa de atenção antes de qualquer coisa.”
Dessa vez, saí diferente. Não só frustrado, mas mais consciente. Não dá mais pra ignorar. Não é só sobre a cirurgia — é sobre cuidar de mim, da minha saúde, do que está por trás dessa pressão tão alta.
Talvez o adiamento não seja apenas um atraso… mas um aviso.

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