O professor e médico Jyrson Guilherme Klamt, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (SP) foi condenado a 3 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão por suposta transfobia contra duas alunas trans da instituição.
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Para a magistrada prolatora da sentença, ficou comprovado que o docente praticou discriminação e preconceito em razão da identidade de gênero das vítimas.
O médico também foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil a cada vítima, a título de reparação moral mínima.
O suposto crime foi basicamente dizer que banheiros femininos são para mulheres. Isso rendeu quase 4 anos de reclusão. O episódio é mais uma demonstração do aparelhamento da justiça por militantes identitários.Cabe recurso. O médico poderá recorrer em liberdade.
Fonte: Jornaldacidadeonline
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