A retirada de Flávio Bolsonaro do
Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de
inteligência da Argentina.
A operação foi colocada em
prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir,
culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato.
No início da noite de
segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em
comboio.
Os jornalistas que estavam em
frente passaram a segui-los. No primeiro carro, só visualizaram uma pessoa: o
motorista.
O segundo, levava apenas uma
mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio
Bolsonaro".
O terceiro e o quarto carro
estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros.
Os jornalistas passaram a seguir
esses carros freneticamente, deixando a área livre.
O comboio era pra despistar os
jornalistas.
Em um entroncamento, o comboio se
dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os jornalistas
desconcertados, sem saber qual deles deveria ser seguido. Acabaram sendo
dispersados.
Ao mesmo tempo que isso
acontecia, um avião militar, cargueiro Lockheed C-130T Hércules da Marinha dos
Estados Unidos (US Navy), ingressou no espaço aéreo brasileiro e ficou sobrevoando
a região Norte do país.
Esse avião havia partido da Base
Aérea Naval de Jacksonville, na Flórida. A PF e a ABIN ficaram monitorando essa
aeronave, porque era da mesma família que deu apoio operacional na captura de
Nicolás Maduro em janeiro deste ano.
A aeronave, operando sob o código
de voo CNV3370 (matrícula 164762), após sobrevoar o espaço aéreo brasileiro,
concluiu sua rota ao pousar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de
Janeiro, às 19:07 (horário de Brasília). O avião foi usado para despistar os
órgãos de inteligência do governo Federal.
Enquanto o comboio e o avião
militar faziam suas manobras, despistando os algozes, Flávio Bolsonaro e sua
família foram retirados de casa de forma imperceptível.
A casa ficou iluminada e o som de
um louvor chegava até à rua, dando a entender que ninguém havia saído.
Aí é que entra a vez de Javier
Millei fazer sua parte, dando toda a cobertura na Argentina.
Paralelamente, veio a notícia de
um empresário mexicano, ligadíssimo a Donald Trump, dizendo que Flávio
Bolsonaro estava a salvo com a família e a caminho dos EUA em um voo privado.
Mas eles ainda estavam no Brasil
enquanto as notícias falsas corriam pelo mundo.
Flávio Bolsonaro não estava em
voo para os Estados Unidos quando o mexicano informou a "suposta
fuga" às 22h e, de novo, era também para despistar.
Flávio Bolsonaro entrou na
Argentina às 22:50, especificamente na cidade de Puerto Iguazú, e decolou em um
avião privado da empresa Baires Fly.
As pistas falsas enganaram o New York Times, Reuters, AP, CNN, WSP, BBC
e praticamente todos os meios de comunicação mais importantes do mundo,
incluindo os próprios brasileiros, a PF e a ABIN.
A inteligência argentina
despistou - literalmente - todo o planeta em uma jogada de mestre e conseguiu
tirar Flávio Bolsonaro para se exilar nos EUA, sem comprometer o Departamento
de Estado americano.
A extração da família Bolsonaro
foi feita pela CIA, mas quem levou Flávio Bolsonaro para os EUA foi Javier
Millei.
E tudo isso foi genialmente
planejado por Trump, Marco Rubio e Millei.
Ana Paula Henkel confirmou que
Flávio Bolsonaro havia recebido uma ligação de Marco Rubio. Então, ele foi se
A retirada de Flávio Bolsonaro do
Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de
inteligência da Argentina.
A operação foi colocada em
prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir,
culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato.
No início da noite de
segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em
comboio.
Os jornalistas que estavam em
frente passaram a segui-los.
No primeiro carro, só
visualizaram uma pessoa: o motorista.
O segundo, levava apenas uma
mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro".
O terceiro e o quarto carro
estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros.
Os jornalistas passaram a seguir
esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era pra despistar
os jornalistas.
Em um entroncamento, o comboio se
dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os jornalistas
desconcertados, sem saber qual deles deveria ser seguido. Acabaram sendo
dispersados.
Ao mesmo tempo que isso
acontecia, um avião militar, cargueiro Lockheed C-130T Hércules da Marinha dos
Estados Unidos (US Navy), ingressou no espaço aéreo brasileiro e ficou
sobrevoando a região Norte do país.
Esse avião havia partido da Base
Aérea Naval de Jacksonville, na Flórida.
A PF e a ABIN ficaram monitorando
essa aeronave, porque era da mesma família que deu apoio operacional na captura
de Nicolás Maduro em janeiro deste ano.
A aeronave, operando sob o código
de voo CNV3370 (matrícula 164762), após sobrevoar o espaço aéreo brasileiro,
concluiu sua rota ao pousar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de
Janeiro, às 19:07 (horário de Brasília).
O avião foi usado para despistar
os órgãos de inteligência do governo Federal.
Enquanto o comboio e o avião
militar faziam suas manobras, despistando os algozes, Flávio Bolsonaro e sua família
foram retirados de casa de forma imperceptível.
A casa ficou iluminada e o som de
um louvor chegava até à rua, dando a entender que ninguém havia saído.
Aí é que entra a vez de Javier
Millei fazer sua parte, dando toda a cobertura na Argentina. Paralelamente,
veio a notícia de um empresário mexicano, ligadíssimo a Donald Trump, dizendo
que Flávio Bolsonaro estava a salvo com a família e a caminho dos EUA em um voo
privado.
Mas eles ainda estavam no Brasil
enquanto as notícias falsas corriam pelo mundo.
Flávio Bolsonaro não estava em
voo para os Estados Unidos quando o mexicano informou a "suposta
fuga" às 22h e, de novo, era pra despistar também.
Flávio Bolsonaro entrou na
Argentina às 22:50, especificamente na cidade de Puerto Iguazú, e decolou em um
avião privado da empresa Baires Fly.
As pistas falsas enganaram o New York Times, Reuters, AP, CNN, WSP, BBC
e praticamente todos os meios de comunicação mais importantes do mundo,
incluindo os próprios brasileiros, a PF e a ABIN.
A inteligência argentina
despistou - literalmente - todo o planeta em uma jogada de mestre e conseguiu
tirar Flávio Bolsonaro para se exilar nos EUA, sem comprometer o Departamento
de Estado americano.
A extração da família Bolsonaro
foi feita pela CIA, mas quem levou Flávio Bolsonaro para os EUA foi Javier
Millei.
E tudo isso foi genialmente
planejado por Trump, Marco Rubio e Millei.
Ana Paula Henkel confirmou que
Flávio Bolsonaro havia recebido uma ligação de Marco Rubio. Então, ele foi se
despedir do pai.
Quando saiu de lá, foi intimado a
entregar seus passaportes até terça-feira.
Enquanto o mundo noticiava que
Flávio Bolsonaro havia "fugido" e já estava desembarcando nos EUA, a
Direção Nacional de Migrações da Argentina informava que às 22:50 hs do dia 27/10:
"Ingressaram pelo passo
fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, os
cidadãos Flavio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina
Figueira Bolsonaro e Luiza Figueira Bolsonaro, que o fizeram com documentação
hábil de viagem sem nenhum impedimento legal para o ingresso no país, as demais
os trânsitos foram registrados pela autoridade de aplicação sem
incidentes".
E que:
"Por sua vez, às 23:30 hs, a
comitiva ingressante embarcou em um voo privado despachado pela companhia
Baires Fly S.A. com destino à cidade de Guayaquil, Equador, conforme informado
no plano de voo".
Para entrar na Argentina, não
precisa de visto.
Flávio Bolsonaro entrou
legalmente naquele país e com sua família.
Esse avião, pra despistar e
manter a segurança, não passou pelo espaço aéreo do Brasil.
Fez uma manobra e foi em direção
ao Equador e de lá, seguiu para os EUA.
Uma obra Genial!
O advogado de Trump, Martim de
Luca, depois que Flávio Bolsonaro chegou são e salvo com a família nos EUA,
publicou:
“Nós fizemos a nossa parte, mas quem salvou a vida de Flávio Bolsonaro, foi Javier Millei”.

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