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25 de agosto de 2012

>História e origem do prato "vaca atolada."

Imagem: Veja Abril
Quando falamos em vaca atolada, a primeira imagem que nos vem na mente é uma dessas malhadas leiteiras com grandes tetas. O gado, esses criados soltos, na época da seca sai à procura de alimento fresco e acaba atolando no brejo.  Sem poder se movimentar, depois de muito esforço para sair, muitos deles acabam morrendo.

Como o animal era sadio, mesmo com a seca, o dono da dita cuja, não teve dúvida, reuniu vários homens da vizinhança e com o esforço de cada um retiraram a malhada do atoleiro. E para comemorar o dono da mesma, repartiu a carne entre os participantes. Ele, como dono, ficou com a maior parte, naturalmente, separou as costelas e preparou com mandioca cozida.

Prato originário de Minas Gerais consiste em mandioca bem cozida, temperada a base de alho, sal, pimenta malagueta, cebolinha e salsa, onde se atola pedaços de costela bovina frita. Deixa cozinhar por mais tempo até os sabores se misturarem. Daí o nome vaca atolada, ou seja, costela de vaca atolada na mandioca. E daí vem a origem do prato "vaca atolada". 


Bem, estivemos reunidos no salão de festas da Igreja Batista Memorial, no bairro jardim Nilópolis, para saborearmos esse prato típico das gerais. Antes, tivemos a palavra do pastor Rubens, (um corintiano roxo) que agradeceu a presença de todos, naquele evento, que foi feito com exclusividade para os homens.  Em seguida passou a palavra para o Dr. Euclides que após proferir algumas palavras, convidou o pastor Emerson que trouxe aos presentes uma palavra de reflexão sobre o pecado.


Dr. Zitti, (foto) foi um grande pesquisador, mineiro da gema, uma figura conhecida de toda Campinas, ajudou implantar nos anos setenta a FCM (Faculdade de Ciências Médicas) da Unicamp, (Universidade Estadual de Campinas). Para alegria dos presentes, fez um breve histórico de sua vida e dos brinquedos na época de sua infância. Na abertura, com muito bom humor disse ter conhecido Matusalém, sim, aquele personagem bíblico.

Bom, pra que não sabe, Matusalém é conhecido por ser o personagem mais longevo de toda a Bíblia, tendo vivido por 969 anos, sendo que o ano de sua morte coincidiria com a ocasião do dilúvio, embora isto não seja mencionado expressamente pela Bíblia.


Conheci pessoas maravilhosas, seria impossível citar o nome de cada um aqui, mas dentre elas os mineiros Ênio e Inácio, (até parece nome de dupla sertaneja) foram com quem mais troquei ideias. Quero deixar registradas minha amizade e gratidão a toda comunidade da Igreja Batista Memorial, e parabenizar os organizadores do encontro que foi um sucesso. Que a comunidade possa continuar crescendo cada vez mais. Esse povo de Deus que busca sempre se confraternizar reunindo pessoas que estejam necessitando de uma palavra amiga através da evangelização em nome de Jesus. (visualizar fotos)






(a) J Araújo
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21 de agosto de 2012

>Frango com Ora-Pro-Nobis

Tem um ditado popular, e até uma canção, que diz que “Oi Minas Gerais, quem te conhece não te esquece jamais, oi minas gerais...”. Acredito que pode ser estendido também para a culinária que é rica em sabores, daqueles de "dar água na boca" de quem olha. Não se espante com a colocação, já está provado pela ciência, primeiro, "comemos" com os olhos depois provamos o tempero.

Tem pratos, que é "endêmico", vamos dizer assim, só existe em Minas Gerais, e um deles, Ora-Pro-Nobis, ou labobó, como também é conhecido, como são desconhecidos para a maioria dos outros estados.  Nas 'minas gerais' é um prato típico, bem caipira mesmo.

Vou deixar de fazer rodeio e logo contando. Eu, como um típico caipira mineiro, deparei aqui na cidade com um pé não, achei logo uma cerca viva dessa iguaria, (ela é ótima para esse fim, suas hastes são espinhentas) e fui logo fazendo uma boa colheita.

Fotos: J Araújo
Mas, sabe por que ele existe aonde eu colhi! O bairro, na verdade, mais parece uma colônia de mineiros, aí está a explicação pela existência do mesmo. Quando cheguei em minha casa, preparei o típico prato no jantar do ultimo sábado, para matar saudade da terrinha e claro, deliciar o sabor de minas mesmo longe.

Labobó, ou Ora-pro-nobis. Em bom latim quer dizer: “orai por nós”. A expressão acabou dando nome ao vegetal também chamado “carne do pobre”, por seu alto teor de proteína. 

Conta-se uma que o nome surgiu quando catadores invadiram o quintal nos fundos de uma igreja à noite enquanto o padre rezava a missa e dizia: em latim, ora-pro-nobis! E os fieis repetiam.

Enquanto isso, os invasores faziam a festa em busca da iguaria. Há dez anos existe o  "Festival de Ora-pro-Nobis", na cidade de Sabará-MG, na região metropolitana de Belo Horizonte que atrai centenas de turistas. Veja abaixo o resultado de minha aventura na cozinha. O acompanhamento foi arroz, feijão e o famoso angu mineiro.
                                               Receita

1 Quilo de cocha e sobre-cocha cortados e temperados ( preferencia frango caipira)
1/4 de xícara de azeite
1 Tablete de caldo de galinha(preferencia caipira)
2 Dentes de alho picados em pedaços
2 Cebolas cortadas em pedaços pequenos
Suco de 1/2 limão pequeno para tirar a baba
Alguma pitadas de molho inglês
Sal a gosto



                         Também pode substituir o frango pela costelinha suína.
                                                         Modo de preparo

  • Junte em uma panela, o suco de 1/2 limão e os pedaços de frango
  • Mexa em fogo médio até que o frango comece a dourar (opcional)
  • Acrescente os dentes de alho picados e mexa por alguns minutos
  • Apos dourar levemente (opcional) os pedaços de frango, retire o excesso de gordura da panela
  • Acrescente as cebolas, misturando os pedaços de frango
  • Junte algumas pitadas de molho inglês e o caldo de galinha e 1 xícara de água quente
  • Acrescente água quente, aos poucos, em pequenas quantidades, até que o frango cozinhe (assim o caldo ficará mais grosso e saboroso)
  • Prove o caldo e acrescente sal, caso julgue necessário
  • Após o frango cozido, espalhe as folha de ora-pro nobis por cima do frango, sem mexer ou misturar, de maneira, a cobrir o caldo de folhas. (Pode também ser picada ou rasgada como couve)
  • Tampe bem a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por mais ou menos 10 minutos
  • Sirva com arroz branco, feijão e angu 
  • Bom apetite!

(a) J Araújo

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13 de agosto de 2012

>Turismo

A estrada de ferro Vitoria a Minas (EFVM) tem 905 km de extensão e é uma das mais modernas e produtivas ferrovias do Brasil.

São 2 trens de passageiros circulando diariamente  o único que circula diariamente no Brasil e liga duas importantes capitais brasileiras: Vitoria - ES e Belo Horizonte - MG.
 
Em funcionamento desde 1907, o serviço incentiva o turismo e transporta cerca de um milhão de passageiros por ano com segurança e conforto. O trajeto percorre regiões de belas paisagens e importância histórica, passando por cidades coloniais às margens do Rio Piracicaba e Rio Doce, em Minas Gerais, até chegar às praias do Espírito Santo. A viagem de 664 km dura aproximadamente 13 horas.
Trem sobre a ponte
Um trem parte de Vitória às 7 horas da manhã e chega a Belo Horizonte por volta de 19 horas e 40 minutos. O outro trem parte de Belo Horizonte às 7 horas e 30 minutos e chega a Vitória as 20 e 10 minutos.

O trem conta com 3 vagões-restaurantes, 32 carros na classe econômica e 10 na classe executiva. Na  executiva tem ar condicionado e serviço de bordo.
Croqui da rota do trem Vitória Minas
Imagem J Araújo
O preço da passagem de Belo Horizonte para Vitória na classe executiva custava R$ 82,00* já na classe econômica R$ 54,00* cada passagem, (preço de maio de 2012).

As passagens devem ser adquiridas diretamente nas estações de trem e a venda dos bilhetes pode ser feita até com 30 dias de antecedência. As passagens costumam esgotar rapidamente, principalmente nos finais de semana e feriados

*Os preços  citados acima estão atualizados, de acordo com a Vale,  podem sofrer reajuste anual.
Os interessados em obter mais informações podem entrar em contato pelo telefone: 0800 285 7000.

Fonte: turismoevariedade e Vale

5 de agosto de 2012

>A importância do professor

Estava eu estacionado em uma determinada rua aguardando meu filho, quando do outro lado, ouvi o som que saia de uma caixa onde o narrador dizia que havia feito uma ampla “pesquisa” para saber a importância do professor na vida de cada um de nós, mas principalmente nas profissões escolhidas.

Imagina o comerciante, se não tivesse frequentado a escola. Como ele poderia tocar o seu negocio, fazer cálculos. Dividir lucros, prejuízos e ainda por cima planejar como seu estabelecimento poderá gerar empregos para aqueles que queiram trabalhar, e claro, como ele, também deve ter estudado e, para isso tiveram a ajuda de algum professor.

E o raciocínio dele era mais ou menos esse: se não fosse o professor, não tínhamos os médicos para se formar é preciso primeiro passar por vários professores; e a partir daí estão aptos a salvar vidas. O engenheiro responsável por grandes obras no mínimo passaram pelas escolas, e faculdades, e naturalmente pelos ensinamentos dos professores.

O dentista, que deixa o sorriso das pessoas que os procura bem mais bonito, tratando seus dentes. Imaginam vocês quantas horas de aula teve que frequentar para que chegasse a esse ponto. Com certeza, esses profissionais tiveram o auxilio de professores. Por aí podemos ver a importância do professor nas profissões escolhidas.


Um importante conferencista estava dando uma palestra sobre a importância do professor em nossas vidas e enumerou e ilustrou essa importância. Imagina, para se chegar a Presidência da República o quanto o candidato teve de estudar! Como ele estava falado para um auditório lotado, alguém levantou e disse: Pois é, mas tivemos um presidente que não frequentou nenhuma escola, nem falar direito ele sabia! O palestrante se recompôs por alguns segundos e respondeu: é verdade, o senhor tem toda razão, acho que exagerei na minha pesquisa!

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