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Mostrando postagens com o rótulo Escravidão

Trinta e dois trabalhadores são "resgatados" em situação análoga a escravidão em lavoura de café em MG

Imagem ilustrativa  Estava lendo uma manchete onde dizia que  trinta e dois trabalhadores tinham sido resgatados de trabalho escravo. Sabe o que esses trabalhadores estavam fazendo? Colhendo café! Diz que eles foram resgatados em uma fazenda de café no município de Perdizes, MG no Alto Paranaíba, durante uma operação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, com apoio do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Militar. Ainda segundo os auditores-fiscais, os trabalhadores atuavam na colheita manual de café sem registro em carteira e eram submetidos a jornadas exaustivas. Somente esqueceram de dizer que não época da colheita do café os trabalhadores, na maioria das vezes, ganham por produção, quanto mais sacas de café eles colhem mais eles ganham. E aí vem o pio de tudo, segundo constatou a fiscalização o grupo trabalhava sem condições mínimas de saúde, higiene e segurança, sem acesso à água potável. E descobriram o óbvio, diz que eles não tinham local adequado para refeições e...

Os escravos baianos tinham fama de revoltosos

Imagem da web Luiz Gama foi transportado como escravo no navio Saraiva até à cidade do Rio de Janeiro, ficando com o comerciante Vieira, estabelecido na esquina da Rua da Candelária com a Rua do Sabão. Ainda em 1840 foi vendido para o alferes Antônio Pereira Cardoso num lote de mais de cem escravos, sendo todos trazidos para a então Província de São Paulo pelo Porto de Santos. Depois de ser vendido como escravo pelo próprio pai, Luís Gama passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo. O seu dono de São Paulo até tentou vendê-lo em determinado momento de sua adolescência, mas o fato de ele ser baiano criou uma imagem negativa sobre ele. Isso acontecia porque, na época, os escravos oriundos da Bahia eram vistos de maneira negativa, como reflexo da Revolta dos Malês. De Santos até à cidade de Campinas a viagem foi realizada a pé. Em Campinas ninguém o comprou por ser baiano. Os escravos baianos tinham fama de revoltosos, negros fujões. Voltou para a cidade de São Paulo e, já que o alferes nã...