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Mostrando postagens com o rótulo Eleições 2026

Lula diz que "ladrão não pode governar o Brasil"

O Presidente Lula participou ontem de ato de campanha na Bahia, convocou apoiadores e militantes para manter mobilização nas ruas e nas redes sociais e voltou a cobrar abertura dos sigilos de Flávio Bolsonaro. Em tom exaltado disse: " Se prepare, se prepare, porque é guerra, um ladrão não vai governar o Brasil " 1. Como uma estratégia de campanha Em uma disputa eleitoral, chamar o adversário de ladrão é uma maneira de associá-lo à corrupção e colocar em dúvida sua honestidade perante os eleitores. A intenção política é clara: transformar a honestidade em um dos principais critérios para a escolha do próximo presidente. 2. Como uma acusação que exige provas A palavra ladrão não é apenas um insulto político. Ela atribui a alguém a prática de um crime. Por isso, é importante distinguir uma acusação feita em um palanque de um fato comprovado judicialmente. A frase, por si só, não prova que o adversário tenha cometido um crime. 3. Como uma declaração que também convida à reflexão ...

Estamos a 5 dias — talvez das eleições mais decisivas da história do Brasil!

Estamos a apenas cinco dias de uma escolha que poderá definir os rumos do Brasil pelos próximos anos. Não é hora de votar por impulso, por paixão partidária, por medo ou porque alguém mandou.  É hora de abrir os olhos, analisar os fatos e assumir, sem desculpas, a responsabilidade pelo futuro da nossa nação. O voto não é brincadeira, favor ou moeda de troca. É poder. É a decisão que entrega a alguém o comando do país, a responsabilidade de representar milhões de brasileiros e a autoridade para tomar medidas que afetarão diretamente a vida de todos. Não venda sua consciência. Não terceirize sua responsabilidade. Não entregue seu voto a corruptos, incompetentes ou oportunistas sem antes examinar quem realmente merece recebê-lo. Chega de se deixar enganar por discurso ensaiado, promessa vazia, propaganda milionária e narrativa conveniente.  Olhe para a trajetória dos candidatos, suas atitudes, seus aliados, seus compromissos e, principalmente, a distância entre o que dizem e o...

A REVOLUÇÃO DAS URNAS NAS ELEIÇÕES DE 2026

Imagem ilustrativa  A arma usada foi o título de eleitor! Toda revolução tem uma arma. Em 2026, no Brasil, a arma do cidadão tem nome, número e um poder que muita gente ainda não aprendeu a usar: o título de eleitor! Não foi preciso pegar em fuzil, levantar barricadas ou derramar sangue. A arma estava na carteira, guardada na gaveta ou na tela do celular.  E a munição não era de chumbo: era o voto! Na democracia, o povo não precisa derrubar a porta do palácio para mostrar sua força. Precisa entender que é o próprio povo quem, pelo voto, escolhe quem terá a chave do poder. E aqui começa a conversa séria!  O brasileiro acorda cedo, pega ônibus lotado, enfrenta fila no posto de saúde, paga imposto até quando compra um pacote de arroz e faz malabarismo para esticar o salário até o fim do mês. Enquanto isso, a política toma decisões que mexem diretamente com a sua vida. Depois, quando alguém pergunta sobre política, ainda aparece quem diga: “Não quero saber disso!” Como ...

Pequeno é o tempo que você leva para apertar o botão. Grande é o poder que está entregando.

Arte Um recado ao eleitor No dia 4 de outubro, q uando você entrar na cabine de votação, lembre-se de uma coisa:  ninguém estará ali para escolher por você. Será você e a urna. Será você e a sua consciência. Será você e a responsabilidade de colocar no poder pessoas que passarão a tomar decisões em nome de milhões de brasileiros. Não entregue essa responsabilidade à emoção do momento. Não transforme eleição em torcida.  Não vote simplesmente porque alguém pediu. Pare. Pense. Conheça. Escolha. Você terá diante de si candidatos a diferentes cargos, cada um com responsabilidades próprias.  E, entre eles, estarão os dois senadores que representarão o seu estado durante oito anos. Oito anos! Talvez você nem imagine onde estará daqui a oito anos. Mas aqueles que foram escolhidos por você continuarão exercendo seus mandatos. Por isso, não trate o voto como uma coisa pequena. Pequeno é o tempo que você leva para apertar o botão. Grande é o poder que está entregando. E ...

Países desenvolvidos onde o voto não é obrigatório

As eleições desse ano - além de ser uma das mais importantes - com certeza também vai ser um pouco mais demorada pela quantidade de vezes que o eleitor vai ter que digitar na urna eletrônica. Esse ano (2026), serão seis votos, porque haverá duas escolhas para o Senado, enquanto em 2022, foram cinco. A votação de 2026 tende a exigir mais tempo e atenção porque o eleitor terá de realizar uma etapa adicional de votos na urna eletrônica serão seis escolhas, e não cinco. E ainda há um efeito prático: depois de cada voto, o eleitor precisa conferir a tela e confirmar e isso vai causar muita dificuldade para os analfabetos e semianalfabetos que infelizmente não tem muita afinidade com tecnologias. Para quem estiver indeciso é bom, consultar a “colinha”, corrigir um número ou simplesmente conferir o candidato, esses segundos adicionais se acumulam e o tempo não espera. É mais uma rodada de votação e isso com certeza em algum momento vai gerar filas nos locais, principalmente onde as zonas ...

As eleições estão se aproximando e com e começa a valer as regras para o pleito

Com a proximidade das eleições, é comum que prefeitos queiram usar seu capital político para apoiar candidatos.  No entanto, a 3 meses do pleito, a lei impõe regras severas para impedir que a máquina pública seja utilizada e influencie a disputa.  As condutas vedadas valem tanto para o prefeito quanto para o candidato beneficiado. Conheça os principais limites: Uso de Bens Públicos: É proibido ao gestor público ceder bens da prefeitura (carros, computadores, prédios) ou o trabalho de servidores em horário de expediente para beneficiar a campanha de seu candidato. Promoção em Atos e Eventos Oficiais Para o prefeito: é vedado usar eventos da prefeitura, como a inauguração de obra ou a exposição de maquinário do município, para promover candidato.  Durante uma festa da cidade, o prefeito não pode chamar seu candidato ao palco para anunciar as emendas parlamentares que destinou ao município ou pedir votos.  Não pode expor ou desfilar uma ambulância com faixas de agradeci...