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| Imagem ilustrativa |
A frase do título não é minha. Você com certeza conhece alguém assim. Todos nós conhecemos uma ou mais pessoas que se encaixam no tema. De perto ou de longe
O problema não está em querer crescer na vida, mas em precisar fingir ser aquilo que ainda não se é — ou talvez nunca se tenha sido.
Afinal, desde quando o valor de uma pessoa passou a ser medido pela marca da roupa que ela veste, pelo modelo do carro, pelo tamanho da casa ou pela quantidade de seguidores em redes sociais?
O caráter não se compra. A dignidade não vem com etiqueta. A sabedoria não depende de diplomas pendurados na parede, e o respeito verdadeiro não se conquista com aparências.
Não há vergonha em ter pouco. Vergonha é construir uma vida de mentiras para convencer os outros de que se tem muito.
Guarde isto: quem conhece o próprio valor não precisa viver implorando reconhecimento pra ninguém.
Porque, no final das contas, quando as luzes se apagam, as fotografias deixam de impressionar e a plateia vai embora, resta uma pergunta que nenhuma aparência consegue responder:
Quem você realmente é quando não há ninguém olhando?

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