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Mostrando postagens com o rótulo medicina

Minhas mãos e eu somos apenas instrumentos

Rede social  Muitas gente se acha autossuficiente em tudo, ainda mais quando ocupa posição de destaque na sociedade enquanto outros reconhecem o quão são dependentes, principalmente de Deus para exercer suas atividades. "... pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma ". João 15:5 O cirurgião cardiovascular Orlando López de Victoria, de Porto Rico, leva isso muito a  sério a dependência que tem de Deus e isso tem chamado a atenção por compartilhar uma prática que mantém há quase três décadas de profissão. Antes de iniciar cada cirurgia, ele faz uma oração e afirma que convida Jesus para entrar com ele na sala de operação, acreditando que seu trabalho é guiado por Deus. Em entrevistas, o médico declarou: “ Minhas mãos e eu somos apenas instrumentos. Dou toda a glória a Deus .” Segundo ele, a técnica, o conhecimento e a experiência são fundamentais, mas a verdadeira cura depende da ação de Deus. López afirma que seu papel é servir aos pacientes com excelência, enquan...

Cuidar dela é um ato de responsabilidade

Imagem ilustrativa  Tem tantas coisas com que se preocupar nesse mundo conturbado que muitas vezes, algumas passa despercebidas e antes de mais nada devemos cuidar bem da saúde. Cuidar dela é um ato de responsabilidade, porém muitas pessoas deixam o medo de ir ao médico falar mais alto achando que ele vai descobrir mais doenças do ela gostaria. E ouviu a frase comum da boca de minha sobrinha que ao tentar convencer a mãe que estava sofrendo de uma terrível dor de uma terrível dor de cabeça (enxaqueca) ouviu a frase que menos esperava da minha irmã - sua mãe. " Quando eu melhorar, vou ao médico ." No entanto sabemos que essa lógica é contraditória e totalmente absurda, principalmente nos dias atuais em que a medicina tem avançado muito. Claro que a maioria das pessoas não gostam de ir ao médico. Se a pessoa já melhorou, talvez nem precise mais do atendimento; o médico existe justamente para ajudar durante a doença e prevenir problemas maiores que podem ocorrer com o passar d...

A história de nomes muitas vezes desconhecida

DR. MÁRIO GATTI O nome do maior hospital público da Região Metropolitana de Campinas vem do médico ítalo-brasileiro, Mário Gatti, que exerceu a profissão na primeira metade do século 20. O médico Mário Gatti nasceu em Nápoles, na tália, em 1879, e conheceu Campinas em 1905, quando tinha 26 anos. Muitos acreditam que ele desembarcou no município para exercer sua profissão, mas na verdade Mário veio à cidade para se casar com Francisca de Marco Gatti. O renomado médico italiano ostentava vários cursos pela Europa. Mas foi no Brasil que Mário Gatti se formou em medicina, na Bahia, e que iniciou em sua carreira quando começou a atuar na Beneficência Portuguesa campineira. Depois, de alguns anos estudando em Paris, retornou para Campinas, em 1915, onde fixou residência. O médico sempre colocava Campinas como a cidade do coração. “É o meu segundo berço, o mais importante cenário de minha humilde existência. Foi neste pedaço de paraíso que iniciei a minha carreira profissional. A eterna pr...

O dia em que um aluno humilhou um professor arrogante

Imagem ilustrativa  Na faculdade de medicina, um professor perguntou a um aluno: Quantos rins nós temos? Quatro, respondeu o estudante. O professor, arrogante e pronto para humilhar, disse com ironia: Quatro? Traga um pouco de grama, temos um burro na sala. O aluno respondeu com calma: E um café para mim. Irritado, o professor expulsou o estudante da sala. Antes de sair, o aluno explicou: O senhor perguntou quantos rins nós temos. Nós, no plural, temos quatro rins, dois meus e dois seus. Aproveite o café e coma sua grama. O aluno era Aparício Torelly Aporelly, nascido em 1895 e falecido em 1971, conhecido como Barão de Itararé, humorista brasileiro famoso por sua inteligência afiada e senso de humor sarcástico.

Diagnóstico de um médico chinês

Uma mulher que trabalhava num banco há muitos anos, caiu em desespero.  Estava tão depressiva que poderia ter um esgotamento nervoso. Foi a um médico chinês que lhe perguntou buscando um diagnóstico: - Como se chama a jovem que trabalha ao seu lado no banco? - Cíntia, respondeu ela, sem entender. - Cíntia do quê? - Eu não sei. - Sabe onde ela mora? - Não. - O que ela faz? - Também não sei. A medicina chinesa entende que o egoísmo rouba a alegria. E era isso que estava acontecendo com a pobre mulher. - Posso ajudá-la, mas você tem que prometer que fará o que eu lhe pedir. - Farei qualquer coisa! Afirmou ela. - Em primeiro lugar, faça amizade com Cíntia. Convide-a para jantar em sua casa.  Descubra o que ela está almejando na vida, e faça alguma coisa para ajudá-la. - Em segundo lugar, faça amizade com seu jornaleiro e a família dele, e veja se pode fazer alguma coisa para ajudá-los. - Em terceiro, faça amizade com o zelador de seu prédio e descubra qual é o so...