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| Imagem ilustrativa |
Entre outros golpes, o grupo utilizava plataformas de apostas on-line e fintechs para movimentar valores obtidos inclusive com a clonagem de chaves Pix das vítimas.
A quadrilha aplicou também os golpes do falso advogado, usando o nome do INSS e o da ‘mão fantasma’ (quando criminosos assumem o controle remoto do celular da vítima).
A Operação denominada ‘Fim da Fábula’ foi organizada por intermédio das informações obtidas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e por promotores de Justiça do Grupo de Atuação de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP) do MPSP.
No total, são 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária, incluindo um contra o cantor de funk João Vitor Ribeiro, conhecido como MC Negão. Procurada, a defesa dele disse que iria se manifestar após ter acesso às acusações.
A ação, batizada de Operação Fim da Fábula, ainda está em andamento e ocorre em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.
Segundo as investigações, o grupo é especializado em fraudes eletrônicas e estelionatos pela internet, usando diferentes modalidades de golpes para enganar vítimas e desviar valores.
As buscas foram realizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Todas as prisões aconteceram no Estado de São Paulo.
A Operação denominada ‘Fim da Fábula’ foi organizada por intermédio das informações obtidas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e por promotores de Justiça do Grupo de Atuação de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP) do MPSP.
No total, são 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária, incluindo um contra o cantor de funk João Vitor Ribeiro, conhecido como MC Negão. Procurada, a defesa dele disse que iria se manifestar após ter acesso às acusações.
A ação, batizada de Operação Fim da Fábula, ainda está em andamento e ocorre em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.
Segundo as investigações, o grupo é especializado em fraudes eletrônicas e estelionatos pela internet, usando diferentes modalidades de golpes para enganar vítimas e desviar valores.
As buscas foram realizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Todas as prisões aconteceram no Estado de São Paulo.

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