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A odontologia começou a se tornar uma ciência no século XVIII

Imagem ilustrativa 
Ir ao dentista nem sempre foi algo comum como nos dias de hoje. Ao longo da história, o cuidado com os dentes evoluiu bastante — tanto no conhecimento quanto nas técnicas.

Na Antiguidade, civilizações como os egípcios e os romanos já se preocupavam com a saúde bucal, usando misturas rudimentares para limpar os dentes. 
Porém, quando havia dor, o tratamento era bastante limitado e muitas vezes consistia apenas na extração do dente.
A maioria das pessoas tem medo de ir ao dentista e uma das justificativas é o barulho da caneta, uma peça  quando ligada assusta muita gente, populamete conhecida como 'motorzinho'. Comenta aí! Você também tem medo?
Durante a Idade Média, o cuidado dentário não era feito por especialistas, mas sim por barbeiros e curandeiros. Esses profissionais realizavam procedimentos simples, geralmente sem anestesia, o que tornava a experiência dolorosa e temida.
A odontologia começou a se tornar uma ciência no século XVIII, principalmente com os estudos de Pierre Fauchard, considerado o “pai da odontologia moderna”. Ele organizou conhecimentos sobre tratamentos dentários, higiene bucal e técnicas mais avançadas para a época.
No século XIX, surgiram avanços importantes, como o uso da anestesia, que transformou completamente a experiência do paciente, tornando os procedimentos mais seguros e menos dolorosos. 
Também começaram a surgir consultórios especializados e profissionais formados na área.
Já no século XX e XXI, a odontologia evoluiu com tecnologias modernas: raio-X, implantes, aparelhos ortodônticos e tratamentos estéticos. 
Hoje, ir ao dentista não é apenas para tratar dor, mas também para prevenção e cuidado com a saúde geral.

Atualmente, a recomendação é visitar o dentista regularmente, pois a saúde bucal está ligada diretamente ao bem-estar do corpo como um todo.
Nesse contexto dei início a um tratamento profundo em meu sistema bucal e no dia marcado para ser submetido a uma cirurgia para início do tratamento a pressão arterial ao chegar na clínica estava 22 x 10 e o procedimento foi adiado pela equipe cirúrgica. 

Não foi a primeira vez… e, infelizmente, aconteceu de novo.
Fui para a clínica com a esperança de finalmente realizar a cirurgia. Respirei fundo, tentei me acalmar… mas, mais uma vez, a pressão estava alta demais e não coloborou. Resultado: adiada.

Na hora, a frustração vem forte. A gente se prepara, enfrenta o medo, cria expectativa — e tudo precisa parar.

Mas talvez isso não seja só um atraso.
Talvez seja um alerta.

Hoje, mais uma vez, não aconteceu.
Fui até a clínica acreditando que daria certo… mas novamente a pressão estava alta, e a cirurgia precisou ser adiada.
Na hora, é difícil entender. A frustração vem, o coração pesa.
Mas, pensando melhor, percebo que nem tudo é impedimento… às vezes é livramento.
Talvez Deus esteja me chamando a parar, a cuidar do templo que eLe me deu, a ouvir sinais que eu vinha ignorando.
Antes de qualquer plano meu, existe um propósito maior.
E hoje, mesmo sem a cirurgia, eu escolho confiar:
Deus sabe o tempo certo de todas as coisas.
E, enquanto isso, eu vou cuidar de mim… como devo e uma hora vai dar certo  

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