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Jovem é empurrada de altura de 40 metros sem corda

Rede social 
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, acordou cedo na manhã deste sábado, 13 de junho de 2026, animada para uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo. 

Às 7h31, publicou uma foto no local com a legenda: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???”

Foi a última publicação que ela fez.

Por volta das 9h, Maria Eduarda foi conduzida pelos instrutores até a plataforma a 40 metros de altura. Três funcionários estavam presentes. 

Nenhum dos três verificou se a corda de segurança estava conectada ao corpo dela. Ela foi empurrada para o vazio.

O vídeo gravado por testemunhas no local mostra o exato momento em que as pessoas percebem o que está acontecendo. Vozes em desespero gritam: “A corda!” Depois: “Gente, a corda!” Era tarde demais.

Maria Eduarda caiu 40 metros sem nenhuma proteção. O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, mas a morte foi confirmada no local.

O namorado dela, de 33 anos, que estava presente e viu tudo, tentou se jogar da mesma ponte logo após o acidente e precisou ser contido por populares. Foi socorrido em estado de choque.

Um dos instrutores responsáveis pelo salto colocou a mão na cabeça, pegou suas coisas e saiu do local antes mesmo da chegada das equipes de socorro. 

Dois homens fugiram para uma área de mata e só foram localizados com o apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar. Ao todo, seis pessoas foram presas — parte delas já com a prisão convertida em preventiva por homicídio doloso.

Higor William Diniz Ferreira, que estava na fila logo antes de Maria Eduarda, relatou que se atrasou para chegar ao local e ela acabou saltando no lugar dele. “Era pra ser eu. O salto meu estava entre cinco a dez pessoas da distância dela. Era o tempo que eu me atrasei.”

A empresa cobrava R$ 180 pelo salto e divulgava novas datas para eventos em São Paulo e Minas Gerais. O instrutor tinha postado vídeos nas redes sociais dizendo ter quatro ou cinco anos de experiência e que nunca havia acontecido nada.

Maria Eduarda tinha formação em Educação Física e Gestão Esportiva e sonhava trabalhar com esportes. Ela pagou R$ 180, assinou um contrato e foi empurrada de uma ponte sem corda. Vídeo do momento 

Fonte: Emanuelle - crime e notícia 






Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, acordou cedo na manhã deste sábado, 13 de junho de 2026, animada para uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo. 

Às 7h31, publicou uma foto no local com a legenda: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???”

Foi a última publicação que ela fez.

Por volta das 9h, Maria Eduarda foi conduzida pelos instrutores até a plataforma a 40 metros de altura. Três funcionários estavam presentes. 

Nenhum dos três verificou se a corda de segurança estava conectada ao corpo dela. Ela foi empurrada para o vazio.

O vídeo gravado por testemunhas no local mostra o exato momento em que as pessoas percebem o que está acontecendo. Vozes em desespero gritam: “A corda!” Depois: “Gente, a corda!” Era tarde demais.

Maria Eduarda caiu 40 metros sem nenhuma proteção. O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, mas a morte foi confirmada no local.

O namorado dela, de 33 anos, que estava presente e viu tudo, tentou se jogar da mesma ponte logo após o acidente e precisou ser contido por populares. Foi socorrido em estado de choque.

Um dos instrutores responsáveis pelo salto colocou a mão na cabeça, pegou suas coisas e saiu do local antes mesmo da chegada das equipes de socorro. 

Dois homens fugiram para uma área de mata e só foram localizados com o apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar. Ao todo, seis pessoas foram presas — parte delas já com a prisão convertida em preventiva por homicídio doloso.

Higor William Diniz Ferreira, que estava na fila logo antes de Maria Eduarda, relatou que se atrasou para chegar ao local e ela acabou saltando no lugar dele. “Era pra ser eu. O salto meu estava entre cinco a dez pessoas da distância dela. Era o tempo que eu me atrasei.”

A empresa cobrava R$ 180 pelo salto e divulgava novas datas para eventos em São Paulo e Minas Gerais. O instrutor tinha postado vídeos nas redes sociais dizendo ter quatro ou cinco anos de experiência e que nunca havia acontecido nada.

Maria Eduarda tinha formação em Educação Física e Gestão Esportiva e sonhava trabalhar com esportes. Ela pagou R$ 180, assinou um contrato e foi empurrada de uma ponte sem corda. Vídeo do momento 

Fonte: Emanuelle - crime e notícia 

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