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"A popularidade de Lula é uma coisa oculta, que só as urnas eletrônicas conseguem detectar”

Lendo o noticiário deparei com uma definição sobre a popularidade do presidente Lula. A matéria abria o primeiro parágrafo com a a definição que dá título à minha análise. Por onde ele passa tem sempre um grupo de brasileiros prontos a lhe dar as 'boas-vindas' com 'elogios e palavras de ordem que a esquerda gosta muito de usar .

Quanto a impopularidade, aparece sempre com muita facilidade e não foi diferente em sua chegada em Nova York, neste domingo (20). Um grupo de brasileiros recebeu o petista com o clássico grito de “Lula ladrão seu lugar é na prisão”, ele consegue ser 'bem recebido' onde quer que ele esteja tanto no país quanto fora.

Os 'olhos do mundo' estão voltados para a Assembleia Geral da ONU, que se inicia amanhã dia 23, onde é tradição o presidente do Brasil ser o primeiro a fazer o discurso de abertura e, diante da tensão em curso entre o Brasil e Estados Unidos é de se esperar que em seu pronunciamento o 'larápio', quer dizer, o presidente Lula volte a bater na tecla soberania a palavra chave desse governo.

Provavelmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve fazer um discurso duro contra os países socialistas/comunistas e quem sabe 'esfregar torta na cara' do governo brasileiro que tem violado direitos fundamentais de cidadãos brasileiros e americanos. Vamos esperar pelos acontecimentos. O discurso de Lula e Trump na assembleia da ONU está sendo mais aguardando que disputa entre o Fla x Flu.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, desistiu da viagem ais Estados Unidos, para participar após o governo norte-americano impor restrições à sua circulação. Ele só poderia se deslocar em um perímetro limitado em Nova York e estaria proibido de ir a Washington, onde ocorreria a reunião da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Para Padilha, as medidas são "inaceitáveis" e inviabilizariam sua participação em agendas fundamentais.

Lembro que o ministro quando perdeu o visto, ele e sua família, disse que não estava nem aí, mas que não era justo sua filha de 10 anos ser impedida de entrar naquele país. Com sua atitude de não participar do encontro na ONU isso mostra que na verdade ele quer mesmo é aproveitar para passear com o dinheiro do contribuinte.

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