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3 de julho de 2021

O suicida pode ser considerado herói ou covarde

Imagem da web 

Este texto surgiu no momento que li a história de um senhor de nome Donald Ritchie,  com mais de oitenta anos, ele era corretor de seguros, e monitorava as pessoas de forma voluntária para evitar que elas pulassem do penhasco “The Gap”,(em tradução livre, lacuna) para prática do suicídio, perto de onde o mesmo morava em Sidney na Austrália. Dizem que com este seu trabalho voluntário recebeu o apelido de “anjo da guarda”.

Foi a partir daí que comecei a refletir sobre o suicídio. Acho que o suicida é uma pessoa tão cheia de problemas e chega ao ponto de achar que não existe outra solução a não ser se matar. Apenas acha. Acha também, que tirando a própria vida tudo vai estar resolvido, se esquecendo na verdade que sua atitude é mais um problema para seus familiares que ficam. 

Carrega um saco de problemas e acham que se matando, todos eles acabaram. Pode ter acabado pra ela que se acovardou e não teve coragem o bastante para seguir em frente com este plano diabólico e colocar em prática a ideia maluca de tirar a própria vida encarando os obstáculos que aparecem para todo mundo que se aventura nessa terra sem Deus. - Judas Iscariotes fez isso quando satanás se apossou dele, (Lucas 22:3) e logo em seguida traiu Jesus.

São pessoas que se acovardam diante das dificuldades do dia a dia e com a mente tomada por pensamentos sempre negativos vão em busca de uma afirmação que estão certos ao tomar essa atitude extrema. 

E ai daqueles que discordarem de suas ideias são considerados antiquados. Felizmente grande parte daqueles que tentam o suicídio procuram um local público, na verdade, estão querendo mais chamar a atenção das pessoas e da mídia, principalmente, nos grandes centros urbanos. 

Aquele quer realmente decidiu dar cabo à vida não chama a atenção e geralmente procuram locais isolados, procurando se distanciar o máximo possível das aglomerações. Essas pessoas podem ser classificadas da seguinte forma: são cheias de problemas, mas vazias das coisas de Deus. 

Judas Iscariotes, um dos doze apóstolos de Jesus é um bom exemplo, andava com Jesus, mas por dentro era completamente vazio e não se arrependeu, no fundo foi tomado de remorso, não de arrependimento e seu final foi praticar o suicídio.

Enquanto isso, o apóstolo Pedro que também negou Jesus três vezes, Mateus 26:70,75 quando caiu em si arrependeu e chorou amargamente e foi um dos primeiros a anunciar Jesus como único Senhor e suficiente Salvador das nossas almas. Atos 2:38 no “Dia de Pentecostes onde teve inicio a igreja de Cristo idealizado em Mateus 16:18.

Sean Wilhelm, em seu livro não considera o suicida um covarde. "O suicida não é covarde, apenas não encontrou outro modo para matar uma dor que o matava todos os dias"

(a) J Araújo 

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