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Brasília não vive só de ideologia. Vive de arquivos.

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Este é o real poder em Brasília: saber o que esconder, quando vazar, e quando silenciar. 
Mais do que política, mais do que o judiciário, mais do que o Ministério Público - quem manda é quem tem arquivo. E quem acha que isso é teoria da conspiração, não entendeu ainda que Brasília não é uma cidade: é um teatro. E os dossiês, são o roteiro.

Esse mercado de chantagens institucionais transcende partidos. Não se trata apenas de cooptação. Trata-se de controle. A política virou refém da arapongagem, da devassa digital e da manipulação seletiva de investigações.
O mesmo Supremo Tribunal Federal, que arquiva um caso com "falta de provas" pode desarquivar outro por "interesse público", dependendo do humor dos bastidores.

A Operação Flight Level, documentada neste dossiê, (está sendo produzido)um exemplo trágico: uma investigação sólida, com provas, nomes, conexões internacionais - abafada. Por quê? Porque esbarra em figuras com foro, em nomes em nomes que não podem cair. Mas podem ser desengavetadas, a qualquer hora, se alguém contrariar os interesses certos.

                                  A VERDADEIRA ABIN PARALELA

A Policia Federal nas mãos do STF: a verdade sobre o DIP, Moraes, Fábio Shor, e Ricardo Saadi.

1. Você sabia que que as investigações mais sensíveis da Policia Federal, não passam pelas superintendências estaduais?
Elas vão diretas para uma divisão secreta em Brasília:a DIP/PF - Divisão de Inteligência Policial. E só quem manda ali é o STF.

2. Toda vez que Alexandre de Moraes, quer abrir um inquérito não é a PF que não é a PF do seu estado que age. Ele ordenado diretamente a DIP, que cumpre suas demandas fora dos canais convencionais. E há um nome- chave nessa engrenagem: Fábio Shor.

3. Fábio Shor, delegado da PF, é o homem de confiança de Alexandre de Moraes, dentro da DIP.  Ele aparece em vários procedimentos como executor direto das ordens do ministro - inclusive em ações de censura, prisões políticas e inquéritos secretos.

Não é exagero afirmar que o governo Lula possui centenas desses dossiês, armazenados em cofres institucionais e bases de dados sigilosas. São usados como ferramentas de pressão para garantir que interlocutores  - deputados, senadores, ministros, procuradores  - cooperem com os planos do Executivo ou, no mínimo, não atrapalhem.  A ameaça é sempre a mesma: colaborar ou ver seu nome explodir no noticiário, com investigações reativadas ou escândalos ressucitatados.

Quem domina essa técnica como poucos é José Dirceu, o "general sem farda",do lulismo. Dirceu continua sendo o articulador político subterrâneo do sistema. Seu método é simples: dossiês à mão, conversas ao pé do ouvido, promessas sussurradas e advertências veladas. Deputados da base, como Hugo Motta ou senadores blindados com Davi Alcolumbre, não são aliados necessariamente por convicção  - mas por conveniência. Sabe que há sempre um dossiê em  ponto de bala, pronto para ser "vazado" no momento exato.

A República dos dossiês: o mercado subterrâneo da chantagem institucional em Brasília.

Brasília não vive só de ideologia. Vive de arquivo.

Enquanto o país assiste que a escândalos que surgem e desaparecem como marés, nos bastidores do poder corre um fluxo contínuo de informações enterradas - dossiês, relatórios, interceptações, delações, provas dormindo em gavetas ou esperando a hora certa para despertar.  A capital da República transformou o acervo de "malfeitos" em moeda de troca. 

Fonte: Jornalista Allan dos Santos  

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