Há alguns dias escrevi um artigo sobre ingratidão em que muitas vezes pessoas são ingratas com quem demonstrou gratidão para com elas.
O texto com o título "Quando a ingratidão fala mais alto", discorre sobre o hoje deputado federal Kim Kataguiri, se referindo ao ex-presidente Bolsonaro que se encontra em prisão domiciliar.
Relembrando o passado tem no final um vídeo de um ex-integrante do movimento que não concordando com as injustiças e a falta de gratidão com quem deveria ser gratos abandonou o MBL e hoje fala as verdades sobre os fatos.
Mas também temos um pessoa na história que mesmo suportando, pressão, tortura psicológica e acusado de crime que não cometeu preferiu sofrer as consequências e não fazer falsas acusações.
"Não deletei, não irei delatar, porque não ha o que delatar. Eu prefiro sofrer uma injustiça a ser injusto com outra.
pessoa. Eu não respondo à apenas minha consciência; eu respondo também a Deus."
A pessoa que proferiu a fala acima foi acusada de fazer parte de um complô, viajar para fora do país enquanto os acusadores e aqui podemos citar o ministro Alexandre de Moraes.
Esse ministro mandou prender mesmo sabendo da sua inocência, depois soltou porque foi comprovado que não tinha saído do país. "Inventou outro crime e Filipe Martins, está preso novamente.
Dois personagens totalmente diferentes. Enquanto um deseja a destruição daquele que o ajudou o outro mesmo injustiçado prefere sofrer que acusar um inocente para se livrar de uma condenação.
“Não delatei, nem irei delatar, porque não há o que delatar. Prefiro sofrer uma injustiça a ser injusto com outra pessoa..."
Isso mostra a fidelidade aos próprios princípios não depende apenas do julgamento humano, mas também da responsabilidade diante de Deus.

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