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>Um povo alegre e descontraído que faz piada de tudo

Não sei se isso acontece somente no Brasil, como vivemos aqui podemos sentir na pele o que é ter um bando de governantes e políticos corruptos. Mas, o povo brasileiro, também como se sabe é um povo divertido, alegre, descontraído e pacato. Acredito que pacato até demais. Chegando ao ponto de fazer piada até com a própria desgraça que acontece, às vezes, na própria vida. E essa estória a seguir foi produzida quando ocorreu a morte do ex-presidente da República, Itamar Franco, (1930-2011) que governou o país de 1992 a 1995, substituindo Fernando Collor de Mello, cassado no primeiro impeachment ocorrido em toda a história do Brasil República. Tudo pronto para as despedidas de praxe, o caixão ali aberto. E político como sabemos, adora aparecer na mídia, não perde a oportunidade de sair na foto, desde que não seja para dar satisfação quando aprontam suas falcatruas. O ex-presidente finalmente é sepultado e logo surge a primeira piada a seu respeito. Diz que Itama...

Entre morrer e perder a vida você tem uma escolha

Imagem Sandra Fermino Por mais que a morte seja a única certeza que temos em vida nem todo mundo pensa a mesma coisa. Se alguém te perguntar do que você tem medo provavelmente sua resposta vai ser diferente de outras pessoas que vão responder a mesma pergunta. Entre morrer e perder a vida existe apenas uma escolha, qual você prefere?  Isto é, vamos ter dezenas de respostas diferentes, nem todo mundo tem medo das mesmas coisas.  Alguns têm medo de morrer. Outros têm medo de ficar pobres, alguns tem medo de ficarem doentes. O medo de ficar pobre, essa resposta claro, só vale para os ricos. Particularmente, não tenho medo da morte.  Mas tenho medo de perder a vida depois de   ouvir esse homem   do campo. E você? (a) J Araújo

O morto que não tinha morrido

Distrito de Estêvão Araújo - MG A pessoa que me contou jura de pés juntos que a história é verdadeira e aconteceu em uma pequeno distrito de nome Estevão Araújo, no município de Araponga, esse distrito foi fundado pelos meus antepassados. Esta não foi a primeira vez que ouvi a mesma história.  Hoje a pessoa que recontou a mesma tem setenta e dois anos de idade, na época era apenas um jovem de pouco mais de dez anos. Há muitos anos tenho uma certa rotina que ao mesmo tempo não é rotina porque aprendo alguma coisa diferente a cada viagem que faço quando chego em minha terra natal. Sempre aprendo alguma coisa quando lá retorno. Ouço um causo ou uma nova história e, desta vez não fugiu à regra. Ouvi a seguinte história de um amigo: existia um senhor de uma certa idade que veio a “falecer de repente” , era um comerciante muito conhecido em toda a região, como de praxe muito choro e lamentação pela grande perda daquele que um dia fez parte da comunidade. Fizeram o velório e...

As plantas e suas propriedades medicinais sempre nos surpreende

Imagem J Araújo Estive em Minas Gerais, no Município de Araponga, mais precisamente em uma região conhecida como Estouros, lá conheci essa arvore - das fotos - que está fazendo o maior sucesso naquela região.  Quem conhece? Até o momento a única coisa certa é que os moradores estão encantados com ela, (não pela beleza de suas flores) pelas propriedades curativas que a mesma tem apresentado, já arrumaram até um nome para a mesma. Imagem J Araújo Estão chamando-a de " Mertiolates ". Os moradores das comunidades rurais estão usando o liquido incolor  que sai quando sua folha é retirada caule e, como cicatrizante " curando" ferimentos  com uma rapidez impressionante segundo informações de acordo com conversas que tive com pessoas que usaram o tal líquido.  Sem conhecer qualquer informação a respeito precisava conhecer mais sobre a tal planta. Ao retornar pra casa imediatamente entrei em contato com  pesquisadores que pudessem responder com s...

Carta aberta ao secretário de Meio Ambiente do governo de Minas

  Carta aberta Excelentissimo. Sr. Secretário de Meio Ambiente do governo do  Estado de Minas Gerais Nasci no município de Araponga – MG, mais especificamente na comunidade do Estouro, vi o inicio da destruição e o renascimento das matas da região do Pico do Boné e do Pico do Matipozinho, mais conhecido como Tromba D’anta. Há mais de 40 anos deixei a região e moro no Estado de São Paulo, fiquei feliz quando o governo do Estado criou o (PESB), Parque Estadual Serra do Brigadeiro, através do Decreto nº 38.319 de 27 de setembro de 1996, porém o que se vê na sede original da fazendo é o abandono daquela construção, nesses 17 anos de existência do parque nada foi investido para preservação daquela que um dia viveu o apogeu.  Hoje aquela sede se encontra caindo aos pedaços precisando de um projeto de reforma que ouço falar há mais de uma década, os anos vão passando e até agora nada foi feito. Para que não os responsáveis pelo local diga que não falo a verdad...

Acredito que somente em minas vamos ver essas coisas

Imagem/ Darcy Araújo Estive afastado do blog por alguns dias por um bom motivo, estava viajando lá pelas bandas das Serras de Minas, e com isso pude trazer para os leitores do blog algumas histórias e curiosidades colhidas nessa passagem pela região.  Chega de explicações e vamos logo ao que interessa. Tenho certeza que não é só comigo que acontece, por mais que achamos que já vimos quase tudo estamos sempre nos surpreendendo a cada dia. E nessas andanças não foi diferente. Quem nunca precisou usar um banheiro público para aliviar nossas necessidades fisiológicas, e nessas horas se perde o pudor e acabamos usando mesmo que contra a nossa vontade. Deixamos de lado aquela história de que somente usamos o banheiro de nossa casa, na hora do aperto, na falta do dito cujo escondemos até mesmo no mato – moita na linguagem mais popular, - como eu já disse vai depender do aperto. Acredito que qualquer pessoa já usou, ou no mínimo ouviu falar em banheiro coletivo, mas eu e m...

Quem nasceu nas montanhas não se adapta na praia

Não adianta, quem nasceu nas montanhas não se acostuma com praias. O nativo das montanhas é igual cabrito montanhês, quer ficar sempre nas alturas apreciando a paisagem. Enquanto que aqui na praia eu não avisto mais que um ou dois quilometro alem do meu nariz, por onde quer que eu olhe é água. Dois dias de praia está bom demais para quem prefere as montanhas. De férias viemos para Peruíbe, litoral sul de São Paulo, onde o tempo no começo da semana não ajudou muito, agora o sol brilha, mesmo assim prefiro minhas montanhas nativas. Entre o mar com suas praias ainda prefiro as cachoeiras. Tudo é uma questão de gosto.