Vamos! É um exercício interessante de reflexão. Se eu imagine você estar no lugar de um pai ou de uma mãe, provavelmente sentiria tristeza, impotência e revolta e frustração.
Lâmpada/acender
Porque conversar é uma das formas mais básicas de demonstrar carinho, preocupação e presença.
E se alguém determinasse que você não poderia falar com seus filhos e, quando pudesse, ainda estabelecesse quais assuntos você poderia ou não abordar, você provavelmente sentiria que uma parte importante da sua relação com eles estaria sendo controlada por terceiros.
Talvez você pensaria:
“Como posso exercer meu papel de pai ou mãe se até minhas palavras precisam de autorização?”
Ao mesmo tempo, também será que você entenderia que, em algumas situações, podem existir limites necessários para proteger alguém, evitar conflitos ou respeitar determinadas regras.
Talvez você pensaria:
“Como posso exercer meu papel de pai ou mãe se até minhas palavras precisam de autorização?”
Ao mesmo tempo, também será que você entenderia que, em algumas situações, podem existir limites necessários para proteger alguém, evitar conflitos ou respeitar determinadas regras.
Mas há uma diferença importante entre estabelecer limites razoáveis e controlar completamente a comunicação. A reflexão que fica é:
No fundo, o diálogo não deveria ser privilégio de quem tem poder; deveria ser uma ponte entre pessoas. Deixemos de lado ideologia, partido político, direita ou esquerda.
Talvez você pensaria:
“Como posso exercer meu papel de pai ou mãe se até minhas palavras precisam de autorização?”
Mas há uma diferença importante entre estabelecer limites razoáveis e controlar completamente a comunicação.
A reflexão que fica é que isso causa sofrimento a um pai ou a uma mãe, será que não deveríamos também pensar no que significa retirar de uma pessoa a liberdade de conversar, de ouvir e de ser ouvida?
No fundo, o diálogo não deveria ser privilégio de quem tem o poder na mão; deveria ser uma ponte entre pessoas e não um muro.
Pois é, "Alexandre de Moraes autorizou Carlos Bolsonato e Jair Renan a visitar o pai, porque um, Flávio está proibido e Eduardo está exilado nos Estados Unidos.
Para tanto, impôs condições absurdas e desnecessária. Entretanto uma das condições impostas é digna de novela mexicana: Estão proibidos de falar de política.
Um ex-presidente impedido de comentar sobre o futuro do país com os próprios filhos.
Bolsonaro é o único preso no mundo que até os assuntos que pode conversar são monitorados pelo seu ‘carrasco’. Que democracia é essa?"
Será que isso causaria sofrimento a um pai ou a uma mãe, será que não deveríamos também pensar no que significa retirar de uma pessoa a liberdade de conversar, de ouvir e de ser ouvida?
No fundo, o diálogo não deveria ser privilégio de quem tem poder; deveria ser uma ponte entre pessoas. Deixemos de lado ideologia, partido político, direita ou esquerda.
Vamos exercitar nosso lado mais humanizado possível. Independentemente se você gosta ou não da pessoa. Pensar com a mente e não com o fígado e sermos racionais.
Se coloca no lugar de outra outra pessoa, sinta o que ela sente, tome suas dores, isso se chama misericórdia. Imagine agora você no lugar de um pai ou de uma mãe, provavelmente sentiria tristeza, impotência e frustração se não pudesse ver e conversar com seus filhos.
Porque conversar é uma das formas mais básicas de demonstrar carinho, preocupação e presença e afastar o convívio dos filhos com os pais se isso não for da vontade de ambos não faz o menor sentido.
Se alguém determinasse que você não poderia falar com seus filhos e, quando pudesse, ainda estabelecesse quais assuntos poderia ou não abordar, você provavelmente sentiria que uma parte importante da sua relação com eles estaria sendo controlada por terceiros.
Se coloca no lugar de outra outra pessoa, sinta o que ela sente, tome suas dores, isso se chama misericórdia. Imagine agora você no lugar de um pai ou de uma mãe, provavelmente sentiria tristeza, impotência e frustração se não pudesse ver e conversar com seus filhos.
Porque conversar é uma das formas mais básicas de demonstrar carinho, preocupação e presença e afastar o convívio dos filhos com os pais se isso não for da vontade de ambos não faz o menor sentido.
Se alguém determinasse que você não poderia falar com seus filhos e, quando pudesse, ainda estabelecesse quais assuntos poderia ou não abordar, você provavelmente sentiria que uma parte importante da sua relação com eles estaria sendo controlada por terceiros.
Talvez você pensaria:
“Como posso exercer meu papel de pai ou mãe se até minhas palavras precisam de autorização?”
Mas há uma diferença importante entre estabelecer limites razoáveis e controlar completamente a comunicação.
A reflexão que fica é que isso causa sofrimento a um pai ou a uma mãe, será que não deveríamos também pensar no que significa retirar de uma pessoa a liberdade de conversar, de ouvir e de ser ouvida?
No fundo, o diálogo não deveria ser privilégio de quem tem o poder na mão; deveria ser uma ponte entre pessoas e não um muro.
Pois é, "Alexandre de Moraes autorizou Carlos Bolsonato e Jair Renan a visitar o pai, porque um, Flávio está proibido e Eduardo está exilado nos Estados Unidos.
Para tanto, impôs condições absurdas e desnecessária. Entretanto uma das condições impostas é digna de novela mexicana: Estão proibidos de falar de política.
Um ex-presidente impedido de comentar sobre o futuro do país com os próprios filhos.
Bolsonaro é o único preso no mundo que até os assuntos que pode conversar são monitorados pelo seu ‘carrasco’. Que democracia é essa?"
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