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| Imagem ilustrativa |
Ambos foram afastados das funções após suspeitas de ligação com o crime organizado e policiais presos no caso Vinícius Gritzbach, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC) assassinado em novembro de 2024 no Aeroporto Internacional de São Paulo.
O tornozelamento, segundo fontes ligadas ao caso, não integra a rotina administrativa da instituição. “É a primeira vez, é inédito. Primeira vez em São Paulo, posso afirmar com certeza absoluta”, afirmou um policial, ao tratar da providência como uma nova ferramenta de controle interno.
Até segunda-feira (16/2), o equipamento será colocado nos dois policiais civis afastados, nas dependências da Corregedoria, quando os investigadores precisarão assinar uma ata com termos e condições. Internamente, o órgão fiscalizador trata o episódio como divisor de águas.
A decisão ocorre no contexto das investigações que apuram a atuação de policiais civis suspeitos de envolvimento com o crime organizado. Como já mostrado pelo Metópoles, a investigadora Tania Nastri foi afastada após seu nome aparecer em mensagens extraídas de celulares apreendidos na Operação Face Off, da Polícia Federal (PF), deflagrada em maio do ano passado. Ver blog
Fonte: metropoles.com

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