A delegada Layla Lima Ayub, presa
pela Polícia Civil de São Paulo nesta sexta-feira (16) sob acusação de
envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC), teria continuado a atuar
como advogada de seu namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como
"Dedel", apontado como liderança da facção em Roraima, mesmo após
assumir o cargo público.
A prisão ocorreu durante operação
realizada em São Paulo e Marabá, que também resultou na detenção de um
integrante do PCC que estava em liberdade condicional. Layla tomou posse como
delegada em 19 de dezembro no Palácio dos Bandeirantes, junto com outros 523
novos delegados.
No entanto, documentos mostram
que em 28 de dezembro, apenas nove dias depois, ela entrou com ação judicial
representando Jardel, prática considerada ilegal para quem ocupa o cargo de
delegada.
Na petição judicial, Layla
solicitou que o Google removesse
Layla tomou posse como delegada
em 19 de dezembro no Palácio dos Bandeirantes, junto com outros 523 novos
delegados.
No entanto, documentos mostram
que em 28 de dezembro, apenas nove dias depois, ela entrou com ação judicial
representando Jardel, prática considerada ilegal para quem ocupa o cargo de
delegada.
Na petição judicial, Layla
solicitou que o Google removesse resultados de busca relacionados às prisões
anteriores de seu companheiro.
O Ministério Público de São Paulo
(MP-SP), responsável pela investigação, descobriu que Jardel esteve presente na
cerimônia de posse de Layla, mesmo tendo sido preso em 2021 por suas atividades
no PCC.
As investigações apontam que os
vínculos da delegada com a organização criminosa vão além do relacionamento com
Jardel. Segundo o MP, ela mantinha conexões pessoais e profissionais com outros
membros da facção e participou de audiências de custódia representando
integrantes do PCC após assumir o cargo público. Ver blog
Fonte: Jornaldacidadeonline

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