Você já percebeu que, depois de comer muito abacaxi, a língua começa a arder, coçar ou ficar sensível? Muita gente acha que é alergia ou exagero; mas a explicação é bem mais curiosa e até divertida.
A verdade é quase uma revanche da natureza; enquanto você come o abacaxi, o abacaxi também tenta comer você.
Essa fruta deliciosa contém uma enzima chamada bromelina. A função natural dessa enzima é quebrar proteínas. Não por acaso, ela é usada até hoje para amaciar carne; basta lembrar das receitas que indicam abacaxi para deixar o bife mais macio.
Agora vem o detalhe que quase ninguém se dá conta; a sua língua, a parte interna da boca e a mucosa são feitas basicamente de proteína. Quando você mastiga o abacaxi cru, a bromelina entra em ação ali mesmo, começando a “digerir” superficialmente essas proteínas.
O resultado é aquela sensação estranha; ardência, coceira, formigamento e, em alguns casos, pequenas aftas temporárias. Não é queimadura; não é machucado; é uma reação química acontecendo em tempo real.
A boa notícia; essa batalha só acontece na boca. Assim que o abacaxi chega ao estômago, o ácido gástrico destrói a enzima rapidamente. Ou seja; ela não continua te digerindo por dentro, fique tranquilo.
Por isso, quanto mais maduro e mais você consome o abacaxi cru, maior tende a ser a sensação. Quando ele é cozido ou grelhado, a bromelina é desativada pelo calor; e o desconforto praticamente desaparece.
Curioso pensar que algo tão doce, refrescante e saudável carrega um pequeno mecanismo de defesa natural, né? A planta não faz isso para nos atacar; é apenas uma estratégia biológica que acabou encontrando a nossa boca no caminho.
Então da próxima vez que sua língua reclamar depois do abacaxi, você já sabe; não é frescura, é ciência acontecendo. E sim; a batalha na boca é real. A carreta mais odiada por alguns e admirada e seguida por outros que trafegou pela Fernão Dias, finalmente, chegou em seu destino final na data de ontem na cidade de Edealina no estado de Goiás para entregar um moinho para fabricação de cimento da Votorantim.
• O equipamento é um sistema de
moagem industrial, destinado a uma fábrica da Votorantim Cimentos em Edealina
(GO).
• Peso total de aproximadamente
636 toneladas.
• O comprimento total do comboio
de 123 metros.
• Largura aproximada de quase 8
metros.
• Com 44 eixos na composição.
• 296 Pneus.
• O comboio trafegou a uma
velocidade máxima de 20 km/h.
A carga saiu do Porto de Santos
(SP) em 10 de setembro de 2025 tendo como destino final a fábrica da Votorantim
Cimentos em Edealina (GO).
O transporte foi uma operação
logística complexa, que exigiu autorizações especiais e um trajeto planejado,
passando por diversas rodovias além da BR-381, como a BR-365, BR-262, BR-050 e
MG-170. A operação completa durou 4 meses e 9 dias, devido às dimensões e peso
da carga. Ver blog

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